Me chamo Sueli Daiane Rocha, tenho 35 anos e adoro viajar para vários lugares do Brasil, principalmente para Campos Do Jordão onde tem vários pontos turísticos.
Se por muito tempo ele ficou restrito aos hambúrgueres e ao café da manhã de filme americano, agora ele virou protagonista e conquistou lugar cativo até em pratos dos melhores restaurantes do mundo.
Com misturas ousadas, chefs e mixologistas apresentam opções de sobremesas e drinques onde o bacon é a grande estrela. Neste Dia do Bacon, confira uma seleção saborosa:
Osso
Bolo de chocolate com crocante de bacon do Osso / Tina Bini
Considerado a estrela dos cortes maturados no Peru, o chef Renzo Garibaldi abriu sua premiada casa de carnes, o OSSO, em São Paulo no último mês.
Nas sobremesas, a experiência continua com sabor defumado com um clássico do chef, com sorvete de baunilha, merengue, morango, caramelo de porco e bacon (R$ 34) ou um bolo de chocolate com muita calda e “farofinha” de bacon (R$ 34).
Osso: Rua Bandeira Paulista, 520, Itaim Bibi / Tel.: (11) 3167-3816 / Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 12h às 15h30 e das 19h30 às 23h, sábado, das 12h às 23h30, e domingo, das 12h às 18h.
Sorveteria do Centro
Leite, Bacon e Porcopoca no “leitão” da Sorveteria do Centro / Mauro Holanda Fotografo
Seria impossível falar de bacon e não citar os chefs Jefferson Rueda e Janaína Rueda, à frente d’A Casa do Porco, restaurante no centro de São Paulo que está na 7ª posição dos 50 melhores do mundo da importante lista The World’s 50 Best Restaurants.
Bem próximo ao premiado restaurante, está a Sorveteria do Centro, também comandada pelos chefs. Entre os sabores está uma inusitada combinação chamada “Leitão”composto por leite, bacon, chocolate, caramelo, farofa de bacon e porcopoca (R$ 23, casquinha ou copo).
Sorveteria do Centro: Rua Epitácio Pessoa, 94, República – São Paulo – SP / Tel.: (11) 3129-8735 / Horário de funcionamento: segunda a domingo, das 12h às 23h.
N2 / Meat Downtown Burgers
Gelato com bacon crocante é destaque na N2 Sorveteria / Divulgação
A sorveteria N2 tem espaço compartilhado com a hamburgueria Meat Downtown Burgers e conta com layout que se assemelha a um verdadeiro laboratório químico, o que faz com que os sorvetes – que são preparados na hora – sejam o centro das atenções.
A experiência sensorial se dá por conta do nitrogênio que é utilizado no preparo dos gelatos que são oferecidos em dois sabores que mudam toda semana. Entre as opções com bacon tem o gelato especial de oreo e bacon (R$ 37) preparado com nitrogênio líquido, base láctea, bolacha Oreo e bacon crocante.
N2 / Meat Downtown Burgers: Rua Bela Cintra, 1783, Jardins – São Paulo, SP / Tel.: (11) 94981-1400 / Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9h às 23h30. Não abre às segundas-feiras.
Motique
Drinque redneck do Motique leva bourbon com bacon e crocante de bacon na finalização / Divulgação
Um drinque com bacon, mas não o tradicional bloody mary. A sugestão é do restaurante Motique, do casal Charlotte De Cort e Victor Magri, e com carta de drinques desenvolvida pelos bartenders Lucca Swan e Renato Bomben.
A sugestão é provar o redneck (R$ 35), que leva bourbon fatwashed com bacon (técnica onde passa-se algum tipo de gordura pelo destilado para conferir sabor e corpo aveludado e depois remove-se a gordura baixando a temperatura o suficiente para que a mesma solidifique e possa ser coada) e creme de milho verde e crocante de bacon.
Motique: Rua Simão Álvares, 985, Pinheiros / Horário de Funcionamento: terça a sexta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábados, das 12h às 17h e das 19h às 23h; e domingos, das 12h às 16h.
Apesar de gaúcho de nascença, o chef Alexandre Vorpagel é chamado pelos mais íntimos de Alemão. Com negócios estabelecidos em São Paulo, ele é atualmente chef e sócio do Bottega 21, bar italiano em Pinheiros.
Seu primeiro contato com as panelas, no entanto, começou em Curitiba, onde fez um curso técnico de Gastronomia no Senac. Depois de graduado na Faculdade Hotec na capital paulista, mudou-se definitivamente para São Paulo em 2007 e começou sua passagem por uma série de casas.
Magari Ristorante, Le Marais Bistrot, Due Cuochi e Rive Gauche foram alguns dos trabalhos do chef. Em 2013, entrou para o grupo Adega Santiago, onde alcançou o posto de chef executivo.
Hoje, além do Bottega 21, o profissional também compartilha seus talentos na Casa Europa, no Jardim Paulista.
Fora de seus negócios, o chef experimenta outros sabores pela cidade e compartilha o amor por massas, carnes e pela cozinha tradicional japonesa. A seguir, Alexandre divide seus endereços prediletos em São Paulo:
Ícone Asiático
Omakase do Ícone vem com alguns dos pratos mais tradicionais e frescos da casa / Rofolfo Regini
É um lugar escondido na região da Vila Madalena que gosto muito. Roberto Satoru comanda a cozinha do restaurante e é uma atração à parte.
Na casa, peixes e frutos do mar são sempre destaque. O Ícone conta com um menu de confiança e considero um lugar diferenciado.
Rua Fidalga, 79 – Pinheiros, São Paulo – SP / Tel.: (11) 2667-6217 / Horário de funcionamento: terça a sexta das 19h às 23h; sábado das 12h30 às 16h e das 19h às 23h; domingo das 12h30 às 16h.
O ambiente do Pasquim fica agitado com música ao vivo todos os dias e com suas cervejas e chopes sempre bem gelados. É um bom local para curtir com amigos e família.
Gosto da feijoada da casa servida às quartas, sábados e domingos (R$ 89,90 para duas pessoas). Digo que é uma receita tradicional bem feita e sem enrolação, que acompanha arroz, couve, fatias de laranja, torresmo e banana.
Rua Aspicuelta, 524 – Vila Madalena, São Paulo – SP / Tel.: (11) 99919-7767 (WhatsApp) / Horário de funcionamento: segunda a sábado das 12h à 0h; domingo das 12h às 23h. Feijoada servida às quartas, sábados e domingos das 12h às 16h.
NB Steak
Steak NB é corte premium da churrascaria, que possui algumas unidades pelo estado e pelo Brasil / Renato Ayache
Em questão de churrasco, o NB Steak é meu lugar preferido. As carnes são de alto nível e os cortes são diferenciados. Do cardápio, meu destaque vai para o corte Steak NB. O menu-degustação (rodízio) sai por R$ 198, com bebidas e sobremesas à parte.
O atendimento é impecável e a cerveja com a marca da casa é muito boa, uma American Blonde Ale própria (R$ 27).
Confira unidades, endereços, telefones e horários no site oficial.
O Kubo Zushi apresenta uma cozinha japonesa tradicional. Gosto de ficar no balcão na casa da Vila Madalena.
Os peixes são de altíssimo nível e sempre há uma grande variedade deles. Minha dica para o almoço é escolher os bentôs (entre R$ 45 e R$ 85; acompanha missoshiro). Destaco também o atendimento, que é excelente.
Rua das Tabocas, 158 – Vila Madalena, São Paulo – SP / Tel.: (11) 3814-6167; WhatsApp: (11) 94032-5660 / Horário de funcionamento: segunda à sábado das 12h às 15h e das 19h às 23h.
Bocada’s
Margherita da casa vem com moçarela de vaca ou de búfala por cima da massa de fermentação natural / Marcelo Ferreira/@mmarceloferreira74
Bocada’s faz a pizza que mais gosto e recomendo na cidade. A massa das redondas individuais, de inspiração napolitana, é perfeita e deliciosa.
São quatro pedaços de borda alta e massa fina. Entre as escolhas, recomendo a Margherita (R$ 44 com mozzarella de vaca; R$ 48 com moçarela de búfala).
O negócio na Barra Funda (que agora também conta com unidade na Vila Madalena) tem um ambiente diferente e bem animado.
Rua Dr. Ribeiro de Almeida, 167 – Barra Funda, São Paulo – SP / Tel.: (11) 95177-3061 / Horário de funcionamento: quarta a domingo das 19h às 23h.
Quando pensamos em Uruguai, duas ideias vêm logo à cabeça: carne e vinho.
Prometo falar de carne em breve, mas, vamos começar pelo vinho… um verdadeiro patrimônio uruguaio.
Embora a história do vinho produzido no país seja recente se comparada ao velho mundo ou mesmo outros destinos pela América do Sul, como Chile e Argentina, a evolução dos produtores é notável a passos largos, entregando uma bebida de alta qualidade.
Esse boom do enoturismo no Uruguai fez também com que pequenas vinícolas passassem a investir em infraestrutura para receber os turistas.
E antes de mais nada é preciso falar de um dos maiores tesouros desta cena: os pequenos produtores.
Para chegar às vinícolas localizadas perto de Montevideo é preciso alugar um carro, contratar um motorista local ou fechar com uma empresa de enoturismo – neste caso, prefira sempre os agentes locais como a Los Caminos del Vino ou Wine Explores.
Não recomendo ir de táxi ou até mesmo Uber, pois como a maioria das vinícolas fica em área rural, é possível que retornar à cidade se torne uma tarefa arriscada.
Los Nadies Bodega Almacén
A vinícola Los Nadies fica literalmente dentro de Montevidéu, no bairro do Prado (essa sim possível ir de Uber), mas não seus vinhedos, que estão em Canelones.
A área de vinificação fica literalmente nos fundos da casa do produtor, o enólogo e engenheiro agrônomo Manuel Filgueira.
É lá que ele recebe os curiosos que chegam à procura de seus vinhos, pequenas parcelas de altíssima qualidade. Manuel não produz vinhos de entrada, só vinifica o que considera especial. É o que eu chamo de artesão do vinho.
Filho de médicos e neto de viticultores, seus avós eram proprietários da Bodega Filgueiras que, em 2011, foi vendida por seus pais.
No mesmo ano, os dois filhos de Manuel passavam por situações complicadas de saúde. Quando voltou dos Estados Unidos, onde os meninos estavam sendo tratados, viu-se apenas com a parcela de herança da avó e uma das melhores safras da história, porém, sem ter onde vinificar seus vinhos.
Àquela altura, Manuel se perguntava “E nós? Quem somos agora?”. Foi assim, da adversidade, que nasceu Los Nadies (Os Ninguéns).
Los Nadies Bodega Almacén / Divulgação
Seus vinhos são honestos como ele, sempre buscando a menor intervenção possível.
Ele produz um dos mais interessantes tannat’s do Uruguai, chamado Equilíbrio, que surgiu naquele turbulento 2011 quando seus amigos vieram em auxilio para ajudá-lo na colheita.
Mais de uma década depois, Equilíbrio segue em evolução e cada novo vinho acrescentado à sua linha é como uma pequena obra de arte engarrafada.
O rosado de tannat e a linha de espumantes são outros dois exemplares que não podem deixar de voltar na mala para o Brasil. A Los Nadies é uma das poucas vinícolas do Uruguai a exportar para o exigente mercado do Japão.
Quer conhecer de perto essa história? Vá de coração aberto para um mergulho no aspecto mais intimista do mundo do vinho e uma verdadeira aula sobre o tema.
Para marcar uma degustação com Manuel é preciso escrever com antecedência para o WhatsApp +59891771711. Todo o pequeno negócio é tocado pela família, ou seja, basicamente ele, a mulher e os dois filhos adolescentes que recebem em casa.
Bracco Bosca
A história da Bracco Bosca começa em 2005, com uma produção de tannat vendido em garrafões de cinco litros, abastecendo especialmente a comunidade de Atlântida (região a uma hora de Montevidéu, praticamente a caminho de Punta del Este).
Mas, foi em 2016, com o falecimento de seu pai, que Fabiana Bracco assume a vinícola para mudar o rumo dessa história.
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Bracco Bosca
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Fabiana Bracco é o nome à frente da vinícola desde 2016
Crédito: Giuliana Nogueira
Formada em relações internacionais e com especialização em marketing, Fabiana contava com passagens pela área comercial da Pisano e Narbona, quando decidiu botar em prática o sonho do pai: fazer da Bracco Bosca uma vinícola de vinhos finos.
Movida à paixão, já no primeiro ano vieram prêmios e então nunca mais parou. Seu Cabernet Franc é um dos mais pontuados em concursos nacionais e internacionais e todo ano ela saca da manga alguma novidade.
Um moscatel seco, um licoroso de tannat “orgasmico”, um petit verdot surpreendente, um trebbiano de guarda, uma pousada entre os vinhedos e, agora, um espaço para degustações que abre eventualmente também como restaurante.
E se você der sorte e conseguir ter a presença de Fabiana acompanhando a degustação (o que não é difícil, pois quando não está viajando ela vai diariamente à vinícola), será uma visita ainda mais memorável.
Falando 6 línguas fluentes, inclusive português, o alto astral e energia de Fabiana é o grande motor da vinícola que voa alto e ganha o coração de 10 em cada 10 visitantes que passam por ali.
Não deixe de reservar com antecedência – ela responde todas as mensagens enviadas via inbox do Instagram e também é possível reservar direto pelo site da marca.
Bodega Casa Grande
Vizinha à Bodega Bracco Bosca, está a Bodega Casa Grande. A vinícola de família é tocada pela jovem enóloga Florência De Maio e Fabrizio, seu pai, engenheiro agrônomo.
Florência é a quarta geração da família a produzir vinhos. Embora seu avô fizesse vinho só para consumo próprio, ela foi a responsável por desenvolver um novo perfil para os vinhos elaborados em sua propriedade.
Raramente usa barricas, está sempre buscando vinhos frescos, vivos e para serem consumidos jovens. A arte acompanha todo o processo e também corre no sangue da família.
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Casa Grande
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Crédito: Giuliana Nogueira
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Crédito: Giuliana Nogueira
Na propriedade é possível ver as pinturas elaboradas pela mãe de Florência e do artista responsável pelos rótulos criativos.
Inclusive, a degustação ocorre na linda oficina de pintura de Francesca Dito e acompanha tábua de queijos e curados para desfrutar de uma tarde agradável no espaço familiar e campestre da Bodega Casa Grande.
A vinícola recebe de segunda a sábado, mas sempre com reserva prévia pelo WhatsApp +59899 120862.
Artesana Winery
A Artesana Winey é conhecida por ser a única vinícola do Uruguai a vinificar Zinfandel, um capricho de seu proprietário americano que não deixa de ser muito bem-vindo.
São 8 hectares produzindo especialmente tannat, merlot, zinfandel, chardonnay e petit manseng.
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Artesana Winery
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As visitas podem ser feitas de terça-feira a sábado e são acompanhadas pelos enólogos Ignacio González ou Analia Lazeano, que conhecem melhor que ninguém a forma pela qual o vinho é elaborado.
Atualmente existem 3 opções de degustação. Na primeira, pode-se escolher 4 vinhos a serem provados e uma verdadeira aula sobre os vinhos se segue.
A segunda é perfeita para quem quer também relaxar no espaço gostoso da vinícola, acompanhando os vinhos escolhidos com empanada, queijos e curados.
A terceira inclui, além dos vinhos, uma parceria com uma casa de carne local, com diferentes cortes típicos do Uruguai e seus modos de preparo acompanhando uma aula sobre o tema pelo especialista no assunto Marcelo Piriz. Esses eventos ocorrem especialmente nos fins de semana.
Para as temporadas de primavera e verão, a vinícola também promete eventos nos finais da tarde, também nos fins de semana, com música, vinho e preparos de comidas ao redor do fogo.
A vinícola fica em Canelones, na região de Las Brujas, há cerca de uma hora de Montevidéu. A sugestão aqui também é reservas com antecedência, especialmente para acompanhar a agenda de eventos, pelos e-mail turismo@artesanawinery.com ou WhatsApp +598 95 780629.
Uma viagem em casal, a sós, sem mais ninguém, para curtir um momento especial a dois. Se você ouvisse essa descrição há alguns anos, teria certeza de que se trataria de uma lua de mel ou, em inglês, “honeymoon”, ocasião em que os casais viajam após a celebração de seus casamentos.
O nome vem do século 16, por conta de uma tradição nórdica que dizia para os recém-casados tomarem uma bebida chamada hidromel durante a primeira lua cheia – ou a mais próxima do casamento.
Segundo a lenda, quem seguisse essa orientação seria abençoado pelos deuses com fertilidade para gerarem seus futuros filhos.
Os anos se passaram e o termo se espalhou pelo mundo, mas mais do que isso: recentemente, ganhou uma nova variação.
A babymoon– mistura de honeymoon com baby – tem quase o mesmo conceito: é uma viagem a dois. Quer dizer, quase a três. Um momento para o casal curtir e relaxar durante a gestação, antes da chegada do filho, que demandará atenção e tempo quase exclusiva dos pais nos próximos meses.
A Kangaroo Tours, operadora de viagens que está há mais de 40 anos no mercado, percebeu o início do nicho no Brasil em 2019, com crescimento expressivo durante a pandemia.
“Identificamos que muitos casais grávidos estavam nos procurando em 2019. É uma tendência que vem de fora, muito vista nos Estados Unidos e Austrália”, diz Dinah Carvalho, gerente de marketing da empresa.
“Foi crescendo a cada ano, mesmo com a pandemia. Em 2021, por exemplo, muitos utilizavam viagens para fazer a revelação do sexo do bebê, na impossibilidade de juntar a família. Sabendo do intuito, já preparávamos uma equipe de fotógrafo para registrar o momento. Os casais querem aproveitar o momento para relaxar, descansar, pois sabem que um período intenso virá pela frente”, ressalta.
Ilhas Maldivas, México, Estados Unidos e cidades do nordeste brasileiro lideram a lista de desejos dos casais, mas há de tudo um pouco.
“A escolha do destino é algo muito pessoal de cada casal. São muitas opções. Teve um que escolheu o Egito, por exemplo. Mas a maioria busca praias, lugares que oferecem toda estrutura para uma estadia tranquila. Os hotéis estão cada vez mais percebendo essa demanda e adequando pacotes para isso, mas ainda há muito a se explorar”, completa.
Segundo Ana Carolina Ghellardi, diretora da Kankaroo de Curitiba, o aumento para busca deste tipo de viagem durante os últimos dois anos chegou a 90% na região.
“Os casais nos buscam pedindo sugestões, mas querem algo que provavelmente não farão tão cedo a dois. A cultura do viajante tem mudado, antes o mais comum era ir aos Estados Unidos para fazer enxoval. Hoje, as gestantes não querem mais isso. Querem conhecer destinos e fazer uma viagem diferente”, ressalta.
Recentemente, o local lançou um programa inédito, com tratamentos e terapias especiais às gestantes, como ioga e meditação e tipos de massagens específicas a grávidas.
Para usufruir deste pacote, é necessário fazer reserva de pelo menos duas diárias, que terão inclusas duas refeições, sendo uma delas o café da manhã. O acompanhante não fica fora do passeio e também tem direito a escolha de uma massagem.
Six Senses Botanique, em Campos do Jordão, oferece pacote especial para realização de Baby Moon / Facebook
O ponto de vista médico
Seja para perto ou para longe, os planos de viagem antes de tudo precisam ser alinhados com o obstetra. Com o aval do médico à frente do seu pré-natal, a gestante deve ficar atenta alguns detalhes.
O primeiro deles é sobre o melhor momento a se fazer essa viagem, como explica Nilton Hideto Takiuti, médico ginecologista e obstetra do Hospital das Clínicas.
“Na gestante saudável, sem doenças crônicas prévias e que não tenha nenhuma doença relacionada à gestação e ao desenvolvimento do feto, o fim do segundo trimestre costuma ser uma fase com menos chances de ter intercorrências. Portanto, é o melhor período para fazer uma viagem mais prolongada e mais distante do local de residência”, explica.
No começo da gestação, segundo ele, existe um risco habitual de abortamento espontâneo que pode atrapalhar a programação dos passeios, caminhadas e muitas outras atividades.
“No fim da gestação existe o risco de desencadear o trabalho de parto e ele ocorrer em local não programado. Assim, viagens próximas ao local de moradia seriam mais adequadas para essas fases”, completa.
O obstetra também enumera outros pontos importantes que devem ser observados ao programar uma babymoon: é extremamente necessário entender se o destino escolhido possui recursos médicos e hospitalares de assistência obstétrica adequada, e se o convênio da gestante tem cobertura caso seja necessário uma internação ou realização de parto prematuro.
O risco de adquirir alguma doença infecciosa tal como virús da Zika, malária, Covid-19 também deve ser levada em conta.
Deve-se estudar as infecções mais prevalentes no local de destino para avaliar as necessidades de prevenção, profilaxia e eventualmente, se adquirir, o risco do tratamento de alguma infecção.
Se existir risco par adquirir o vírus da zika ou malária, então será preciso cobrir boa parte do corpo com roupas e usar repelentes de insetos na pele e roupas.
É preciso tomar cuidado com alimentos e líquidos em destinos de países com péssimas condições sanitárias e de higiene para evitar a diarreia do viajante.
Alguns países exigem o comprovante de vacinação de doenças infecciosas, mas essas podem ser contraindicadas na gestação principalmente as vacinas de vírus vivos atenuados.
Sobre distâncias e modos de transporte, Nilton aconselha evitar viajar para destinos acima de de 8 mil pés (2438 metros) de altitude. Ele explica que altas altitudes possuem uma pressão parcial de oxigênio menor e podem estar relacionadas a um crescimento e desenvolvimento fetal não adequado.
“Estudos observacionais relatam aumento de risco de parto prematuro entre passageiras gestantes principalmente em viagem longas. Sendo assim, as companhias aéreas fazem algumas restrições de embarque de gestantes de idade gestacional mais avançada. É necessário entrar em contato diretamente com as empresas para entender essas observações antes de adquirir uma passagem”, ressalta.
Casais devem se atentar aos cuidados ao optarem por viagens de avião durante gestação / Pxhere
Outro ponto de atenção é a restrição de movimentos em viagens aéreas, que podem favorecer a trombose venosa profunda e ao tromboembolismo pulmonar.
“Esse risco ocorre em todos os passageiros, mas na gestação e no puerpério há um perigo”, enfatiza Hideto.
Assim, ele dá algumas orientações importantes como: manter-se bem hidratada; mover as pernas e os pés regularmente para que não ocorre estase do sangue das veias; vestir roupas confortáveis e largas para não limitar o retorno venoso; calçar meio elástica antes de subir na aeronave.
Hora de aproveitar
Depois que todos os cuidados prévios forem tomados, a data e o melhor destinos forem escolhidos, é hora de relaxar para esperar a chegada do bebê.
Segundo a neuropsicóloga Roberta Brito, a aproximação e conexão do casal durante toda a gestação é fundamental, incluindo a programação e realização da babymoon.
“São várias fases que o casal irá passar. O primeiro trimestre é de muita ansiedade, insegurança. No segundo, é uma ideia que já está mais madura e tanto a mãe quanto o pai tendem a estar mais tranquilos psicologicamente”, conta.
“A viagem é para selar esse momento de relaxamento. É cientificamente comprovado que momentos como esse ajudam o cérebro a perceber a nova realidade e auxiliam na adaptação”, explica.
Para a psicóloga, é importante o casal entender os próximos passos que virão o pela frente.
Unidos, conseguirão passar pela fase de maneira mais tranquila e passarão as boas sensações também ao bebê.
“Haverá uma reorganização da família. Um novo membro irá chegar e isso não é algo simples. Tudo o que for ajudando nesse caminho é importante. Desde a preparação do quarto até uma sessão de fotos. O acolhimento e afeto dado ao casal e sua conexão refletirão diretamente no bebê”, ressalta.
E foi em busca dessa conexão e preparação que Thais Naidelice e o marido Felipe Pavan decidiram fazer a tão aguardada babymoon. Hoje pais de Guilherme e Rafael, o casal não só amou a primeira experiência como repetiu a dose no segundo filho.
Thaís engravidou de seu primogênito em 2020, no auge da pandemia. Fazia tempo que não viajava a sós com Felipe e, grávida, não tinha previsão de quando conseguiria fazer essa programação tão cedo.
Seu médico recomendou escolher um destino de fácil acesso e tomar cuidado com alguns tipos de alimentos.
Advogada Thais Naidelice passou sua primeira babymoon no Ibero Star, na Praia do Forte, Bahia. À época, tinha seis meses de gestação / Arquivo pessoal
“Já tinha ouvido falar da babymoon na internet e resolvemos fazer a nossa. Fomos para a Praia do Forte, na Bahia. Ficamos hospedados no IberoStar. Estava com seis meses e precisávamos deste momento nosso. Sabíamos que quando ele nascesse as coisas não seriam tão fáceis, teríamos muitas novidades e queríamos nos preparar para isso”, conta Thais.
“Nos conectamos nós três, unimos forças e foi maravilhoso. Quando engravidei do Rafa não pensei duas vezes e fiz outra”, continua a advogada, que aproveitou a viagem também para comemorar o aniversário de casamento.
Com o segundo filho, a escolha também foi a Bahia, mas Itacaré. O hotel foi o Txai e, apesar do mesmo conceito de viagem, ela explica que foi importante de outra maneira.
Thais Naidelice e Felipe Pavan escolheram o Txai Resort, em Itacaré, para a segunda Baby Moon / Arquivo pessoal
“Resolvemos repetir a dose, mas em outro momento. Quando engravidei do Rafa, o Gui tinha sete meses. Viajei com cinco e ele estava com 10. Estávamos em um ritmo muito acelerado, com noites muito cansativas. Lembro que no dia que a gente chegou, fomos jantar e dormimos por 11 horas seguidas”, conta rindo.
Para preparação de uma experiência nova, para se conectar ou apenas para descansar, a babymoon é uma tendência que veio para ficar e trazer benefícios para esse momento tão especial do casal.
Se escolhida com cuidado e responsabilidade, é mais uma forma de viagem para ser eternizada na memória.
O fim do ano se aproxima e as buscas por viagens para o feriado de Ano Novo ficam aquecidas. Com a chegada de dezembro, mês ligado às férias, confraternizações e festividades, não é difícil encontrar quem esteja planejando roteiros, sejam eles nacionais ou internacionais.
Dentro do país, o Nordeste sobressai entre as regiões mais procuradas pelos brasileiros para o período. De acordo com dados do metabuscador Kayak compartilhados com o CNN Viagem & Gastronomia, Recife sai na frente entre os 10 destinos mais visados pelos viajantes.
A capital baiana Salvador vem em segundo lugar e o Rio de Janeiro aparece logo em seguida. Fortaleza e Maceió surgem respectivamente entre os cinco primeiros destinos.
Viagens internacionais também são alvo do público. Fora das terras brasileiras, Lisboa, em Portugal, aparece no topo das buscas.
Em seguida vem Buenos Aires, na Argentina, país que tem recebido muitos brasileiros: a procura por viagens para as principais cidades do território vizinho ao Brasil aumentaram 234% no segundo semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2021, como apontam dados da Decolar.
Miami, Orlando e Paris completam os cinco destinos internacionais mais visados entre os brasileiros de acordo com os dados da Kayak obtidos pelo CNN Viagem & Gastronomia.
O período de buscas analisado pelo metabuscador foi de 20 de junho a 20 de agosto com base nos dados da plataforma para buscas de voos no feriado de Ano Novo.
Confira a seguir os destinos mais procurados para o período segundo o Kayak:
Nacionais
Recife (PE)
Salvador (BA)
Rio de Janeiro (RJ)
Fortaleza (CE)
Maceió (AL)
São Paulo (SP)
Natal (RN)
Porto Seguro (BA)
Florianópolis (SC)
João Pessoa (PB)
Internacionais
Lisboa, Portugal
Buenos Aires, Argentina
Miami, Estados Unidos
Orlando, Estados Unidos
Paris, França
Cancún, México
Santiago, Chile
Madrid, Espanha
Nova York, Estados Unidos
Roma, Itália
Segundo semestre aquecido
O quadro de viagens apresenta algumas mudanças entre as intenções de viagens para o segundo semestre inteiro, mas aponta tendências para os próximos meses e feriados.
Dados da Decolar com base nas buscas por pacotes turísticos nos canais de vendas da plataforma (site e app) revelam que a cidade do Rio de Janeiro é a mais procurada para todo o período, seguida por Porto Alegre e Maceió.
Porto Seguro, Salvador, Recife, São Paulo, Jericoacoara, Goiânia e Florianópolis completam o ranking.
“A procura de viagens para o segundo semestre está aquecida. Além dos meses de alta temporada – julho e dezembro -, destacam-se também os embarques em agosto e setembro”, diz à CNN Daniela Araújo, diretora de Produtos Aéreos da Decolar.
Já no panorama internacional, Buenos Aires, Cancún e Santiago são os três destinos mais desejados entre os viajantes brasileiros que utilizam a plataforma. Bariloche, Punta Cana, Paris, Miami, Roma, Montevidéu e San Andrés arrematam as buscas.
Um dos mais importantes festivais de música do mundo, o Rock in Rio está de volta à cidade de origem após dois anos de pandemia. O evento, que teve sua mais recente edição realizada em 2019, acontecerá entre os dias 2 e 10 de setembro no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, zona oeste da cidade.
Com ingressos esgotados, serão mais de 600 artistas que se apresentarão em diferentes palcos e organização espera receber um público de 700 mil pessoas durante os sete dias de evento.
Segundo o Rio Convention & Visitors Bureau (Rio CVB), a previsão é que o festival tenha uma receita de mais de US$ 158 milhões e gere quase US$ 8 milhões de ISS para o município do Rio.
Os cálculos são baseados no gasto médio per capita com despesas de hospedagem, alimentação, transporte no Brasil, compras pessoais e turismo na cidade.
O Sindicato Patronal de Todos os Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (Hotéis Rio) já conta com confirmação de reservas de 21 países.
A expectativa é que 360 mil visitantes de diversos estados brasileiros e 10 mil de outros países estejam na cidade neste período. Eles chegarão pelos aeroportos de Santos Dumont, zona central, pelo Internacional Tom Jobim, popularmente conhecido como Galeão, e também via terrestre.
Com base nos voos previstos até o momento, o RIOgaleão espera um incremento de aproximadamente 22 mil passageiros entre os dias 1º e 15 de setembro, um aumento de 11% em relação à primeira quinzena do mês de anterior.
No total, são esperados 133 voos extras para o período, reforçando rotas já existentes, como São Paulo, Maceió, e Recife, e adicionando três novos destinos – Curitiba, Florianópolis e Salvador.
Rio de Janeiro espera receber mais de 360 mil turistas durante Rock In Rio / Ariel Martini/Divulgação
Como chegar ao festival
Se você tem um ingresso para curtir o festival, mas não mora perto (ou se hospedará longe) da Cidade do Rock, não tem problema. A cidade montará um esquema de trânsito que facilitará a chegada de todos durante o período do evento.
A organização do festival também disponibilizará dois transportes exclusivos: o Rock Express e o Primeira Classe, que já estão disponíveis para compra.
O primeiro é a grande novidade: são coletivos exclusivos que levarão o público até o evento. Na ida, o Rock Express terá como local de embarque os terminais do Jardim Oceânico e Alvorada.
O ponto de desembarque é o Terminal Olímpico (Cidade do Rock), que, durante os sete dias de evento, será de uso exclusivo deste transporte especial.
Para que os usuários cheguem mais rápido ao festival, o serviço usará os corredores do BRT e não fará nenhuma parada no trajeto, tanto na ida quanto na volta – o BRT não funcionará.
No momento do embarque, os compradores do serviço receberão uma pulseira de identificação que também garantirá o retorno para casa.
Na volta, farão o caminho contrário: o embarque será no Terminal Olímpico (Cidade do Rock) e terá como destino os terminais do Jardim Oceânico e Alvorada, onde poderão fazer a conexão com o MetrôRio ou outras linhas de ônibus da cidade.
É importante ressaltar que os bilhetes do Rock Express e do MetrôRio ou outras linhas de ônibus devem ser adquiridos de forma separada.
Durante os sete dias de evento, a operação do funcionamento de transportes públicos e vias do entorno do festival terão um esquema especial: o a companhia de metrô manterá a estação Jardim Oceânico aberta 24 horas para embarque e todas as outras estações em funcionamento para desembarque nas madrugadas.
Para este serviço, não é necessário marcar horários de embarque, já que os coletivos sairão a todo o instante dos pontos de embarque, tanto na ida quanto na volta.
Primeira Classe
O Transporte Primeira Classe, que se destacou nas edições passadas do Rock in Rio, retornará também neste ano. Esta é a opção mais confortável e a única que deixa os clientes em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, perto do palco New Dance Order.
No total, serão 17 pontos de embarque pelo Rio de Janeiro, que levarão o público em ônibus executivos que não farão nenhuma parada durante o trajeto.
Para este serviço, na ida ao evento é necessário escolher um local de embarque e marcar o horário de partida para o Rock in Rio – que ocorre entre 11h e 19h.
Na volta, no mesmo local que chegou ao festival, o público embarca no momento que desejar – sem necessidade de marcar horário –, podendo retornar para qualquer um dos 17 destinos (exceto rota de Petrópolis), a partir de 22h, com saídas mediante demanda.
Transporte público e bloqueios da região do evento
O MetrôRio terá um esquema especial de funcionamento. A estação Jardim Oceânico (local de conexão com a linha especial do Rock Express) ficará aberta 24h para embarque e as demais estações do sistema funcionarão em seu horário normal para embarque e, durante a madrugada, seguirão abertas, mas somente para desembarque.
O MetrôRio também sugere que os clientes antecipem a compra do bilhete para facilitar o embarque, que custa R$ 6,50 por trecho.
Na ida, o público que for ao Rock in Rio deve utilizar os trens sinalizados com destino à estação Jardim Oceânico e com letreiros na cor vermelha.
Os clientes que embarcarem pela Linha 2 precisarão fazer a transferência para os trens das linhas 1 e 4, no sentido Jardim Oceânico.
Nos dias úteis, a transferência deve ocorrer nas estações do trecho compartilhado (entre Botafogo/Coca-Cola e Central). No fim de semana, a transferência ocorre na estação Estácio.
E em qualquer dia, quem retornar do festival entre 0h e 5h, horário após a operação regular, e precisar seguir com destino às estações da Linha 2 também realizará a transferência em Estácio.
Carros e transportes por aplicativos
As vias do entorno da Cidade do Rock também sofrerão alterações durante os dias de Rock in Rio.
Apenas os veículos que fizeram o cadastro junto à Prefeitura do Rio terão acesso às ruas interditadas durante os dias de festival.
O controle de acesso às áreas fechadas será por meio de cancelas eletrônicas colocadas nos pontos de bloqueio. Os moradores da região já estão recebendo os dispositivos que abrirão automaticamente as cancelas.
O Uber é uma opção, mas os carros só chegarão a aproximadamente 1km da entrada. A empresa montou uma base no RioCentro para embarque e desembarque, então, prepare a caminhada.
O mesmo acontece caso queira ir com seu carro próprio. O estacionamento do Shopping Metropolitano Barra estará aberto, mas ele fica a 2km de distância das barreiras.
A entrada para a Cidade do Rock estará aberta a partir das 14h. Os portões serão fechados 1h, sendo o limite máximo para o acesso ao evento.
Gastronomia no festival
Quem é frequentador assíduo de festivais já sabe que um dos destaques destes eventos é a parte gastronômica. A ideia é que o cliente tenha toda estrutura à disposição para passar o dia inteiro no local.
No Rock in Rio não é diferente e nesta edição terá novidades. A Gourmet Square, já presente nas duas últimas edições, será composta por oito restaurantes cariocas.
Na área de 2 mil metros quadrados com capacidade para 2.700 pessoas e ambiente climatizado, os clientes poderão experimentar os cachorros-quentes do Push Dog, do chef Pedro Siqueira; os pratos do chef Diogo Oliveira do Curadoria; as esfihas do Arabad’s da chef Helena Brito; comida japonesa do Let’ Sushi de Fábio Minato; as pizzas da Ella feitas também pelo chef Pedro Siqueira; a cozinha afetiva do Secreto do chef Philipe Reis; os destaques do chef português Vítor Sobral; e também da chef Heaven Delhaye.
Uma outra novidade gastronômica do evento poderá ser encontrada no Espaço Favela.
Em parceria com o Sebrae Rio, o festival terá 21 empreendedores de 18 comunidades do Rio de Janeiro vendendo um cardápio bem variado.
O público poderá encontrar delícias como quibe gourmet, pipoca de torresmo, croquete, escondidinho, pastel, bolinhos de diversos sabores, entre outros petiscos – incluindo opções vegetarianas.
Além dessas áreas especiais, algumas opções de grandes redes de fast food também estarão à disposição no festival. A compra será feita diretamente em cada estabelecimento.
Projeto da Gourmet Square, área gastronômica do Rock in Rio que terá capacidade para mais de 2 mil pessoas / Divulgação
Entretenimento além dos shows
O Rock in Rio é um evento que vai além da música. Isso porque a Cidade do Rock oferecerá atrações de parques de diversões – o que já virou uma marca do festival.
Neste ano, o público poderá aproveitar atrações como tirolesa, montanha-russa, roda gigante, megagrop e o “Discovery”, novidade desta edição. Com capacidade para 40 pessoas, o “brinquedo anda em movimentos circulares horários e anti-horários, em dois eixos, atingindo uma altura de 20 metros.
No aplicativo do Rock in Rio, disponível nas versões Android e IOS, é possível fazer o agendamento de cada atração – todas são gratuitas.
Além disso, a ferramenta traz um guia completo do evento, como mapa, horários de shows e outras ativações que acontecerão na Cidade do Rock.
Última edição do Rock in Rio contou com tirolesa que atravessava o público do Palco Mundo / Divulgação