quarta-feira, 24 de maio de 2023

St. Gallen, na Suíça, é destino ideal para um bate e volta a partir de Zurique

A partir de Zurique, uma das principais portas de entrada da Suíça e maior cidade do país, temos à disposição uma malha ferroviária que literalmente nos abre caminho para outros cantos charmosos e deslumbrantes desta parte da Europa.

Entra nesta conta St. Gallen, daquelas localizações que impressionam pela rica história e beleza. A cerca de uma hora de Zurique, a proximidade do destino com a metrópole e a facilidade de locomoção a torna ideal para ser encaixada em um roteiro bate e volta, assim como fiz para a quinta temporada do CNN Viagem & Gastronomia.

Com cerca de 75 mil habitantes, St. Gallen é a capital do cantão de mesmo nome e representa o centro da Suíça Oriental, em que pode ser acessada de trem a partir de Zurique em média a partir de 10 francos suíços (as estações mais conhecidas são a Hauptbahnhof, a central, e a Flughafen, do aeroporto).

Com fronteiras próximas à Alemanha e à Áustria, St. Gallen fica entre as belezas naturais do Lago Constança e as vilas encantadoras da região de Appenzell.

A cidade

Com uma história que se arrasta por mais de 1.400 anos, St. Gallen foi fundada pelo monge irlandês Gallus, que ergueu aqui um eremitério por volta do ano 612. Mais de 135 anos depois, o mosteiro seguia a Regra de São Bento, que exige o estudo de livros e a presença de uma biblioteca – uma semente do polo cultural europeu que a cidade viria a ser na Idade Média.

Todo esse quadro resulta hoje em uma cidade que ainda não é tão conhecida por nós brasileiros, mas que merece lugar de importância na viagem.

Complexo da Abadia de St. Gallen / Wikimedia Commons

Fechado ao trânsito de automóveis, o centro histórico deve ser contemplado sem pressa e a pé. Andar por aqui é se deparar com construções cativantes que ressoam séculos de história – um exemplo é a catedral barroca do Convento de St. Gallen, Patrimônio Mundial da UNESCO e principal ponto de visita da cidade.

Estão incluídos ainda no pacote o pátio da abadia e a biblioteca, que parece ter saído diretamente da ficção. De volta às ruas, notamos sacadas envidraçadas bastante brilhantes, que são características da cidade.

É uma delícia percorrer as charmosas ruas daqui e deixar o tempo fluir, tarefa muito melhor acompanhada de um copo de cerveja local em restaurantes pelo centro.

Na época do Natal, a cidade ganha luzes e adornos que a deixam ainda mais extraordinária – o verão também é um convite para vê-la com uma outra cara.

Ruas do centro de St. Gallen com sacadas envidraçadas / CNN Viagem & Gastronomia

Pela proximidade com a Alemanha e a Áustria, St. Gallen também pode fazer parte de um roteiro maior por cidades pitorescas em torno do Lago Constança.

O distrito da Abadia

O distrito da Abadia de St. Gallen é a principal atração da localidade e a base para entendermos melhor o desenvolvimento da região. Símbolo da cidade, o conjunto que envolve a catedral, a biblioteca e os arquivos foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO em 1983 e brilha nossos olhos pelos seus interiores e exteriores bem conservados.

O local é composto por diferentes edifícios agrupados em torno da praça principal da abadia, que inclui a catedral, a biblioteca, a capela e o antigo colégio católico.

A começar, a catedral e o complexo barroco da abadia foram construídos na metade do século 18 no mesmo local em que foi erguido o eremitério de Gallus, o fundador de St. Gallen, no ano de 612. Apesar da construção atual ter aproximadamente mais de dois séculos, ela representa 1.200 anos de história e foi um dos principais centros culturais de toda a Europa, com tetos pintados à mão e também recheado de esculturas.

Mas a cereja do bolo fica por conta da Biblioteca da Abadia. Em resumo, ela é uma das mais antigas de todo o mundo e acomoda uma das mais importantes coleções monásticas da Terra, em que seu coração é composto por manuscritos medievais que datam dos séculos 8 a 11 – a maioria produzidos aqui mesmo.

É um dos pontos mais visitados de St. Gallen e uma vez aqui entendemos o motivo: é um lugar para lá de fascinante em todos os aspectos. Dados oficiais dizem que há cerca de 170 mil livros na biblioteca, em que 50 mil estão no salão barroco, onde a múmia egípcia Shepenese, de 2.700 anos, também pode ser encontrada.

Como é de se esperar, o silêncio impera por aqui. A visita sai por 18 francos suíços (cerca de R$ 99) e é obrigatório deixar os sapatos de lado e usar uma pantufa especial nos pés.

Uma vez aqui, a arquitetura nos deixa boquiabertos. O hall tem colunas de madeira que sustentam a galeria marchetada; trabalhos em estuque em tons pastel se fazem presentes; vitrines de vidro contém manuscritos antiquíssimos e um fac-símile do projeto do mosteiro de St. Gallen, um rascunho da Idade Média, também pode ser visto.

Para mim, é daqueles locais que valem pela viagem inteira. Com todo esse espetáculo, mais uma curiosidade: o escritor italiano Umberto Eco fez pesquisas em St. Gallen e foi inspirado pela localidade a escrever o famoso romance “O Nome da Rosa”.

Além da Abadia: o que ver e fazer em St. Gallen

Uma das atividades em St. Gallen é se “perder” por suas ruas, como a Multergasse, que concentra lojas e marcas conhecidas da Europa, assim como a Marktgasse, principal via do centro que conecta os principais pontos e é palco para diversos eventos ao longo do ano.

Praças como a Marktplatz e a Gallusplatz também fazem as vezes de locais importantes para a vida da cidade e ganham magia extra no período do Natal.

Além de toda arte e cultura dispostas pelas ruas, St. Gallen também tem museus com coleções valiosíssimas.

A começar, o Kunstmuseum fica em um edifício de 1877 em estilo neoclássico e abriga obras que datam desde o final da Idade Média até os dias de hoje – suas exposições temporárias de arte contemporânea e moderna também são elogiadas. As entradas inteiras saem por 12 francos suíços, cerca de R$ 66.

Muito conhecida também pelos seus bordados, a cidade é lar do Museu Têxtil, com uma coleção de 30 mil objetos que vão de tecidos de túmulos egípcios, bordados do século XIV, têxteis etnográficos e figurinos. A entrada também sai por 12 francos suíços.

A apenas alguns passos do Kunstmuseum fica o teatro de St. Gallen, considerado o mais antigo teatro profissional da Suíça. A agenda ao longo do ano abrange peças, concertos e shows – fique de olho na programação.

Já o olhar atento dos que passam pelas redondezas do distrito da Abadia se deparam com uma obra que se distingue dos séculos passados: o mesmo arquiteto responsável pelo Museu do Amanhã no Rio, Santiago Calatrava, fez a renovação dos porões do prédio de Neue Pfalz e o transformou em espaço cultural e de eventos. A entrada é feita por uma construção em arco cujas linhas lembram o museu brasileiro.

Para arrematar as andanças, nada melhor do que um refresco. Para um café, cerveja local e iguarias de chocolate, a dica é uma parada estratégica na loja da Praliné Scherrer, bem próxima do complexo da abadia. St. Gallen é assim: cada paradinha vira uma descoberta.


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Drinque Rabo de galo perde seu maior divulgador, mas não a força

É um ritual que se repete nas noites de quarta e quinta. Os músicos que sobem ao palco do Fino da Bossa, uma pequena casa de shows de Pinheiros, interrompem a apresentação enquanto o garçom serve doses de rabo de galo ao público presente. Eis que o proprietário do lugar, o empresário Raul Corrêa da Silva, pede a palavra e convoca a todos a erguerem o copo em homenagem à memória de Belchior.

Trata-se do “brinde que nunca aconteceu”, como costuma dizer Raul, amigo pessoal do finado cantor a quem tentou em vão tirar do mundo dos vinhos para saudar a vida com o coquetel.

“O rabo de galo é um drinque popular, tipicamente paulistano, e gostaria de ter tido a chance de compartilhar uma dose com ele”, diz Raul, ao justificar sua escolha para tal reverência.

Verdadeiro patrimônio da botecagem nacional, o rabo de galo é uma bebida à base de cachaça e, em bate papo com os bartenders, acredita-se que é mais consumida do que a caipirinha, embora não tenha dados oficiais que comprovem.

Para se ter ideia, uma estimativa recente do Concurso Nacional do Rabo de Galo conta que, dos 1,3 bilhão de litros do destilado de cana produzido anualmente no país, cerca de 70% é consumido na forma do drinque.

Criado nos anos 50 por iniciativa de uma indústria italiana de bebidas que se instalara por aqui a fim de popularizar o vermute, rapidamente, se espalhou pelos balcões de padarias e botequins como uma opção de bebida simples e barata. O nome traduz a palavra coquetel do inglês (“cock” é galo e “tail”, rabo).

A bebida, no entanto, vem ganhando cada vez mais espaço nos bares da moda, tendo inclusive grandes bartenders entre seus entusiasmados divulgadores. Um deles foi Derivan Ferreira de Souza, morto no último dia 18 de maio aos 68 anos após um mal súbito, justamente enquanto levava o seu Concurso Internacional Rabo de Galo a Portugal.

“Foi ele quem abriu as portas da nossa profissão”, diz Ricardo Barrero, chef de bar da Modern Mamma Osteria e que também é responsável pelos drinques do Ella | Fitz, ambas as casas pertencentes à dupla Salvatore Loi e Paulo Barros. “Mais do que isso, Derivan mostrou para todos o que é hospitalidade.”

“Ele foi uma das maiores referências da área e levantou essa bandeira da coquetelaria nacional, em especial do rabo de galo”, conta Ale D’Agostino, experiente bartender da cena paulistana. Ele é um dos fundadores da APTK Spirits, empresa de drinques engarrafados que recentemente desenvolveu uma variação da receita para ser servida no luxuosíssimo hotel Rosewood São Paulo.

Mas, afinal, o que fez com que um drinque tão prosaico ganhasse tamanho status? Para D’Agostino “em termos de sabor, traz toda uma complexidade, tal qual um Negroni ou um Manhattan.” Se a receita original era composta de dois terços de cachaça para um terço de vermute, hoje são comuns leves variações.

No caso do Fino da Bossa, Raul faz questão de manter a tradição, com cachaça premium e vermute importado. Já D’Agostino tem entre suas criações o Gallo Tropicalle, com um toque de licor tropical, e que deve voltar ao portfólio da APTK.

“Também gosto de fazer uma variação com vinho Jerez fino, que quebra a doçura, traz leveza e um final amadeirado.”. E completa: “é um coquetel que tem várias possibilidades”.

Michel Felício, titular das coqueteleiras do Bottega 21, conta que recebeu Derivan em seu balcão uma semana antes de sua viagem ao país europeu. “Conversamos bastante sobre o rabo de galo e o quanto ele estava empolgado para esta ida a Portugal”, conta.

Michel acredita que, com a morte do Mestre, como era chamado, a comunidade dos bares vai se unir para, enfim, incluir o coquetel na carta da International Bartender Association (IBA), tido como o livro-guia dos profissionais de todo o mundo. “Era seu grande objetivo em vida”, diz. As gerações de bartender que ele ajudou a formar agradecem.

*Os textos publicados pelos Insiders e Colunistas não refletem, necessariamente, a opinião do CNN Viagem & Gastronomia.

Fábio Galib

Fábio Galib é jornalista e há quinze anos escreve sobre gastronomia. Foi repórter do Jornal da Tarde e do Estadão, nos quais integrou a equipe que lançou os guias Divirta-se. Na Editora Abril, editou as publicações regionais de Veja Comer & Beber e foi crítico de bares e comidinhas de Veja São Paulo.


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Onde os chefs comem? Com Rafa Gomes, do Tiara, no Rio de Janeiro

Formado em gastronomia pelo Institute of Culinary Education, em Nova York, Rafa Gomes passou grande parte de sua carreira no mundo das panelas no exterior, com trajetória que abrange os melhores restaurantes do mundo, como os três estrelas Michelin Mirazur, na França, e o Eleven Madison Park, também na Big Apple.

Entra na conta ainda o cargo de chef-executivo do Grand Coeur, em Paris, ao lado do celebrado chef argentino Mauro Colagreco.

Além de ficar à frente dos fogões, Rafa também aparece em frente às câmeras: o chef participou de reality shows gastronômicos no Brasil, a exemplo do MasterChef Profissionais (Band), do qual saiu vencedor em 2018, e de um episódio do Iron Chef Brasil, da Netflix, do qual também saiu como vitorioso.

Hoje, o chef comanda o Tiara, restaurante de gastronomia autoral contemporânea no Leblon que serve receitas criativas com pato, cordeiro, galinha d’angola e frutos do mar. Além da novidade, Gomes ainda é nome à frente do Itacoa, com unidades em Paris e Rio.

Longe das panelas e de seus negócios, o chef experimenta outros sabores pela Cidade Maravilhosa e compartilha a seguir seus endereços prediletos para comer bem no Rio:

Pura Brasa


O Pura Brasa é uma casa de carnes, galetos e comida brasileira, com torneiras de chopes e boa coquetelaria. O coração de galinha com pão de alho é surreal de bom e o chope está sempre na temperatura certa!

Pura Brasa Ipanema: Rua Barão da Torre, 248 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ / Tel.: (21) 3738-3749 / Horário de funcionamento: segunda a domingo a partir de 11h30 / Outras unidades em Copacabana e Botafogo.

Ocyá

Ambiente do Ocyá, na Ilha Primeira, na Barra da Tijuca / Rodrigo Azevedo

O Ocyá é a casa do chef Gerônimo Athuel que se destaca pelo trabalho de maturação e aproveitamento integral de peixes e frutos do mar. Vou sempre que posso, o ambiente é uma graça, num arquipélago na Barra da Tijuca, mais precisamente na Ilha Primeira.

Destaco os peixes locais, a parrilla e o melhor pôr do sol do Rio de Janeiro. É um lugar para desconectar da realidade e aproveitar o dia.

Ocyá: Ilha Primeira – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ (acesso via barcos que saem de pontos como Shopping Barra Point e Estação de Metrô Jardim Oceânico) / Tel.: (21) 97286-1250 / Horário de funcionamento: quarta e quinta-feira das 12h às 18h; sexta e sábado das 12h às 22h; e domingo das 12h às 18h. 

Olivo Cucina e Pizzeria


O Olivo nos oferece uma pizza excelente no forno a lenha e frutos do mar de primeiríssima qualidade.

Também destaco a carta de vinhos surpreendente da Grand Cru.

Olivo Cucina e Pizzeria: Avenida Érico Veríssimo, 690 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ / Tel.: (21) 3083-5822 / Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira das 18h30 à 0h; sexta e sábado das 12h à 0h e domingo e feriados das 12h às 23h. 

NOSSO Ipanema

O NOSSO serve coquetéis espetaculares que casam muito bem com a gastronomia contemporânea do jovem chef Bruno Katz. É daqueles restaurantes que sempre vou quando quero sair para me divertir. Um must go do Rio.

NOSSO: Rua Maria Quitéria, 91 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ / Tel.: (21) 99619-0099 / Horário de funcionamento: terça a sábado das 18h30 à 00h30 e domingo das 18h30 às 23h (exceto último domingo do mês). 


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terça-feira, 23 de maio de 2023

Pizzas conquistam espaço na hora do almoço, confira onde comer em São Paulo

Junto com o tempo mais friozinho que tem feito na capital paulista, vem também aquela vontade de comer mais massas e comidas que são verdadeiros “abraços”. A boa notícia: as pizzas deixaram de ser protagonistas apenas nos menus do jantar e conquistaram espaço de honra nos cardápios de restaurantes também durante o dia.

Confira a seguir restaurantes em São Paulo que oferecem pizzas na hora do almoço:

Cristal CasaMia

Cristal CasaMia, nova empreitada da famosa pizzaria Cristal / Ana Cosi

O recém-inaugurado restaurante Cristal CasaMia, em Pinheiros, é a nova aposta da tradicionalíssima pizzaria Cristal, que há mais de 40 anos faz sucesso com suas pizzas de massa fina e crocante para os paulistanos.

Neste novo projeto, o endereço conta com o talento do jovem chef Rodrigo Bizzo, que foi convidado para estar à frente da cozinha e elaborar os mais diversos pratos tradicionais da culinária italiana para o menu. São dezesseis sabores da famosa pizza fininha da Cristal, como a de Carpaccio com molho de mostarda e grana padano (R$ 71); Mozzarela com Molho de tomate e mozzarella (R$ 69); Positana com Molho de tomate, rúcula, tomate seco (R$ 69); e Calabresa com Molho de tomate, calabresa artesanal, cebola e azeitonas prestas (R$ 69).

Cristal CasaMia: Rua Costa Carvalho, 234 – Pinheiros / Tel.: (11) 94398-3778 / Horário de Funcionamento: terça a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sexta, sábado e domingo, das 12h às 23h.

Paulino Pizzaria e Gastronomia

Paulino Pizzaria e Gastronomia / Leo Feltran

Na Paulino Pizzaria e Gastronomia – unidade do Jardins, a casa com uma tradição de mais de 70 anos, oferece suas famosas pizzas tanto para almoço quanto à noite. São mais de 60 sabores que vão das tradicionais Margherita e Portuguesa até a M. Biaggi (grande R$97, pequena R$85 e broto R$79), que leva burrata, tomate sweet grape e pesto de manjericão e a Quatro Estações (grande R$103, pequena R$91 e broto R$87), coberta com queijo Cottage, peito de peru, tomate sweet grape e alecrim, ambas lançadas recentemente em todas as unidades da marca.

Paulino Pizzaria e Gastronomia: Alameda Franca, 1213 – Cerqueira César / Tel.: (11) 2367 6444 / 2367 6445 / 2367 6446 / Horário de Funcionamento: segunda a quinta, das 11h30 às 15h e das 18h à 0h, sexta e sábado, das 11h30 às 2h, e domingo, das 11h30 à 0h.

Panifício Luce

Pizza Crudo da Panifício Luce / Studio Primo

O restaurante Panifício Luce oferece pizzas romanas  servidas durante todo o dia nos Jardins. Rodolfo Nunes, chef padeiro experiente, acaba de incluir 4 versões com formato retangular, de massa de fermentação natural , mais crocante e leve. Entre as opções tem a Crudo (R$ 58) com Molho de tomate San Marzano, mussarela de búfala, presunto cru e cebola roxa; Marguerita (R$ 49) com Molho de tomate San Marzano, mussarela de búfala e basílico; Quatro Quejos (R$ 52) com Molho de tomate San Marzano, mussarela, muçarela de búfala, parmesão, gorgonzola e basílico; e Primavera (R$ 56) com Molho de tomate San Marzano, mix de cogumelos, brócolis, azeitona, tomate confitado, cebola roxa e gergelim.

Panifício Luce: Alameda Tietê, 161 – Cerqueira César / Tel.: (11) 95890-9530 / Horário de Funcionamento:  segunda a quarta, das 7h às 16h, quinta, das 7h às 22h, sexta e sábado, das 7h às 23h, e domingo, das 7h às 22h. 

Temperani Cucina

Pizza Parma do Temperani Cucina / Elvis Fernandes

O restaurante Temperani, localizado no complexo Vila Anália, oferece gastronomia italiana, com menu e execução do super chef italiano Antonio Maiolica, que apresenta um cardápio variado que também tem ótimas sugestões de pizzas.

Entre os sabores: Margherita com molho de tomate, manjericão, flor di latte (R$ 59); Quattro Formaggi com fior di latte, gorgonzola, ricotta e parmesão (R$ 64); Mortazza com fior di Latte, mortadela, burrata, pistache e raspas de limão (R$ 66); Salsiccia e Friarielli com fior di Latte, linguiça caipira, brócolis à napolitano e pimenta do reino (R$ 67); e Parma com molho de tomate, fior di latte, rúcula selvagem, presunto Parma e grana padano (R$ 69).

Temperani Cucina: Rua Cândido Lacerda, 33 – Jardim Anália Franco / Tel.: (11) 2673-5378 /Horário de Funcionamento: segunda a quinta, das 12h às 23h30; sexta e sábado, das 12h à 00h; e domingo, das 12h às 22h.

Da Mooca Pizza Shop

A descolada pizzaria do chef Fellipe Zanuto – que vende pizzas por pedaços, expostos num balcão onde o cliente pode escolher ali, na hora, o sabor que quiser – abre também para o almoço e com uma novidade: todo mês tem um sabor de pizza a R$ 5,90 por pedaço.

Da Mooca Pizza Shop tem vitrine recheada de sabores da pizza quadrada / Mário Rodrigues

A Da Mooca Pizza Shop foi a primeira pizzaria romana de São Paulo, ou seja, a pizza quadrada, vendida em pedaços. Ao entrar na loja, o cliente se depara com o balcão repleto de opções, escolhe os sabores que são aquecidos na hora.

A massa é um pouco mais hidratada para que na hora do aquecimento ela não perca a maciez. Entre os sabores estão a Calabronx com salame diavoletti artesanal, mozzarella, cebola roxa e manjericão; a Bianca, com mozzarela, provolone, diavoletti e sálvia; e a Zucchinni, com abobrinha laminada e mozzarella fior di latte finalizada com azeite de alho, pimenta preta e flor de sal.

Da Mooca Pizza Shop: Rua Fradique Coutinho, 154 – Pinheiros / Tel.: (11) 3062-0422 / Horário de Funcionamento: domingo a quinta, das 13h às 22h, e sexta e sábado das 13h às 23h.

Mila Osteria

Pizza de batata laminada, iogurte de ovelha, alecrim e pecorino do Mila Osteria / Laís Acsa

Uma osteria provocadora, descontraída e sem regras. O Mila, casa do restaurateur Tito Paolone e com cozinha comandada pelo jovem chef Danillo Coelho, oferece pizzas individuais ou que servem como aperitivo também na hora do almoço. Entre os sabores a diferente e saborosa Pizza de alho negro, fonduta de queijo e mel (R$ 58); a de Batata laminada, iogurte de ovelha, alecrim e pecorino (R$ 54); a de Calabresa, gochumel e fiori di latte (R$ 69); a de Margherita (R$ 48); e a de Caciocavallo, feta, fiori di latte e portobelo (R$ 69).

Mila Osteria: Rua Bandeira Paulista, 1096 – Itaim Bibi / Telefone / WhatsApp.: (11) 2925-8442 / Horário de Funcionamento: terça a sexta-feira, das 12h às 15h e das 19h às 23h; sábado, das 13h às 18h e das 19h às 23h; e domingo, das 13h às 17h30.

Vino!

Pizza Burrata da rede Vino! / Gladstone Campos

A rede Vino!,com quatro unidades em São Paulo, apresenta opções de pizzas durante o horário de almoço, sendo todas com massa de fermentação natural, feitas com farinhas importadas diretamente da Itália, que passam por um processo de fermentação de 40 horas antes de abertas. Entre as opções da casa tem a Caprese  (R$ 54) com passata italiana, tomates cereja, tapenade de azeitona, mozzarella de búfala e rúcula; a Burrata e Pomodoro (R$ 56) com passata italiana, burrata e pesto de manjericão; a Toscana (R$ 54) com passata italiana, calabresa moída, cebola, tapenade de azeitonas, mozzarella de búfala e manjericão; e a Brócolis e Bacon (R$ 54) com passata italiana, mozzarella de búfala, brócolis, bacon, alho e catupiry.

Vino!: Rua Guaipa, 880 – Vila Leopoldina / Tel.: (11) 99735-4230 / Horário de funcionamento (incluindo feriados): segunda a sábado, das 11h30 às 23h30 / Rua Azevedo Soares, 1140 – Tatuapé / Tel.: (11) 2094-5915 / Horário de funcionamento (incluindo feriados): segunda a quinta, das 12h às 23h, e sexta e sábado, das 12h às 0h / Alameda Santos, 820 – Jardins / Tel.: (11) 2367-7243 / Horário de funcionamento (incluindo feriados): segunda a sexta, das 12h às 23h / Rua Fradique Coutinho, 47 – Pinheiros / Tel.: (11) 2614-0145 / Horários de funcionamento (incluindo feriados): segunda a quinta, das 17h às 23h30, e sexta e sábado,  das 17h às 0h30.

Gero Panini

Pizzas do Gero Panini, no Shopping Cidade Jardim / Bruno Geraldi

Com atmosfera jovem e descontraída, o charmoso Gero Panini Cidade Jardim é o endereço do Grupo Fasano que tem como foco os sanduíches, mas também oferece gostosas pizzas individuais no menu. Entre os sabores constam a Vegetariana com berinjela e abobrinha grelhadas com molho de tomate, mozzarella e parmesão (R$ 58); a Margherita com molho de tomate, mozzarella de búfala e manjericão (R$ 57); e a Funghi com molho de tomate com cogumelos paris e mozzarella (R$ 61).

Gero Panini Cidade Jardim: Av. Magalhães de Castro, 12.000 – 3ª andar – Shopping Cidade Jardim / Tel.: (11) 3198-9491 / Horário de Funcionamento: segunda a quinta, das 12h às 22h; sábado, das 14h às 23h; e domingo, das 13h às 20h.

Casa Bráz

Pizza da nova Casa Bráz, no Shopping Cidade Jardim / Gui Galembeck

A nova Casa Bráz, também no Shopping Cidade Jardim, é a reformulação da Bráz Trattoria, que funcionou durante nove anos no mesmo endereço. Com abertura prevista para o próximo dia 25 de maio, quinta-feira, no cardápio os queridinhos da casa serão mantidos, mas ganharão a companhia de novos pratos. As pizzas individuais, é claro, continuam com lugar garantido no extenso menu, com opções como Porchetta Bráz com creme de abóbora, porchetta assada na lenha, cacho cavalo, pecorino e gremolata (R$ 82); Caprese com molho de tomate, mozzarella, tomate caqui, mozzarella de búfala, manjericão e pesto de azeitona preta (R$ 84); Romana com molho de tomate, mozzarella e filés de aliche (R$ 80); entre outras.

Casa Bráz: Avenida Magalhães de Castro, 12.000 (Shopping Cidade Jardim), 4º piso, Jardim Panorama / Tel.: (11) 5555-2354.

Bráz Elettrica

Bráz Elettrica oferece pizzas montadas sobre massa leve em versão clássica ou integral e assadas em forno elétrico / Bruno Geraldi

Cheia de atitude, a Bráz Elettrica oferece pizzas montadas sobre massa leve de fermentação natural em versão clássica ou integral e assadas 90 segundos em forno elétrico, para comer com as mãos. O serviço é rápido e feito pelo cliente: pedidos no balcão, retirada na saída do forno. No menu, sabores como Supreme com molho de tomate, mozzarella, pepperoni, cogumelo, cebola roxa, picles de jalapeño (R$ 43); Mad Bologna com molhos bolonhesa e bechamel, mozzarella de búfala e parmesão (R$ 44); Bráz com molho de tomate, fatias de abobrinha, mozzarella, alho e parmesão (R$ 38); e Calabrese Piccante com molho de tomate, calabresa Diavoletti, mozzarella, manjericão e fio de mel (R$ 40).

Bráz Elettrica: Rua Antônio Carlos, 328, Consolação / Tel.: (11) 3171-3947 / Horário de Funcionamento: domingo a quinta, das 12h à 0h, e sexta e sábado, das 12h às 2h / Rua Doutor Cândido Espinheira, 338, Perdizes / Tel.: (11) 5555-2043 / Horário de Funcionamento: domingo a quinta, das 12h à 0h, sexta e sábado, das 12h às 2h / Ave. Macuco, 355, Moema / Horário de Funcionamento: segunda a quarta, das 18h à 0h, sexta e sábado, das 12h à 1h, e quinta a domingo, das 12h à 0h. Outros endereços confira no site oficial da marca

Elea Forneria

Pizza Caprese da Elea Forneria / Divulgação

Em uma esquina do bairro Água Fria, Zona Norte, revela-se uma charmosa casa que abriga a Elea Forneria, de cozinha autêntica e com sotaque italiano. O restaurante é comandada pelo criativo chef Enrico Villela, que traz no menu uma seleção com 9 pizzas feitas com farinha italiana, fermentação longa e ingredientes frescos. Há opções autorais e clássicos revisitados, priorizando sempre pequenos produtores. Alguns destaques são: Pancetta, pelati, pancetta curada Antica Salumeria, requeijão de corte, gorgonzola dolce e espinafre aglio & olio (R$67); Zucca, creme de abóbora cabotiá, queijo tulha, tomate confit, cogumelo portobello, straciatella, avelãs e salsa (R$62); Caprese, pelati, straciatella, tomate confit, pesto da casa e tapenade de azeitonas (R$58); e Finocchiona, pelati, mozzarella, linguiça finocchiona, queijo tulha, cogumelo portobello e cavolo nero (R$67). Abre na hora do almoço apenas de sexta a domingo e, claro, com as redondas presentes no menu.

Elea Forneria: Rua Florinéia, 270 – Água Fria / Tel.: (11) 2667 2368 /  Horário de Funcionamento: terça a quinta, das 18h30 às 23h, sexta e sábado, das 12h às 16h e das 18h30 à 00h, e domingo, das 12h às 16h.

Trilha Fermentaria

Pizza Shak da Trilha Fermentaria, que oferece as redondas apenas aos finais de semana / Pedro Ferrarezzi

Especialmente aos finais de semana, a Trilha Fermentaria, espaço de fermentação da TRILHA Cervejaria na Barra Funda, abre às 12h. Exclusivamente no sábado e no domingo, a chef Gabriela Guerriero serve um cardápio de pratos que mudam mensalmente, mas para os que preferem uma boa pizza no horário, também é possível pedir. O menu de redondas, que na casa ganha 10 sabores e massa de longa fermentação feita a partir de bagaço de malte e leveduras de cerveja, oferece opções como a Shak (R$52) – marinara inspirada na Shakshuka, com coalhada e gema curada -, a Atuno (R$52) – barriga de atum confitada no azeite, azeitona preta e picles de cebola roxa -, e a Merguez e Picles de Erva-Doce (R$56) – com calabresa artesanal bovina e fior di latte.

Trilha Fermentaria: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 390, Barra Funda / Horário de Funcionamento: quarta, quinta e sexta, das 18h às 0h; sábado, das 12h às 0h; domingo, das 12h às 20h.

Basilicata Cucina

Pinsa de cogumelos da Basilicata, uma entrada que lembra uma pizza feita com farinha de arroz, trigo e soja / Diego Sanches

A Basilicata Cucina, do chef Rafael Lorenti, tem duas opções de “pinsa” no almoço e no jantar. A pinsa trata-se de uma massa leve de fermentação natural de 72 horas, crocante por fora e macia por dentro, feita com farinha de trigo, arroz e soja. Os sabores são Tradicional (R$ 25) com tomatinhos assados no balsâmico, mozzarella de búfala, rúcula e parmesão e de Cogumelos (R$ 28) com cogumelos grelhados, queijo de cabra e amêndoas. finalizado com queijo tulha.

Basilicata Cucina: Rua Joaquim Antunes, 197 – Jardim Paulistano / Tel.: (11) 3897-9660 / Horário de Funcionamento: terça a sábado, das 12h às 15h30 e das 18h30 às 22h30, e domingo, das 12h às 16h.


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