sábado, 31 de dezembro de 2022

Conheça as ‘melhores’ aldeias do mundo para o turismo rural

As viagens mudaram de várias maneiras desde o início da pandemia, mas uma mudança para melhor é o novo impulso para o turismo rural. Onde antes tínhamos a intenção de fazer apenas uma pausa na cidade, no confinamento começamos a sonhar com o ar livre – e isso ainda não mudou.

Então, aqui estão 32 novos pontos rurais para adicionar à sua lista. A Organização Mundial do Turismo (OMT) elaborou a sua segunda lista anual das “melhores” aldeias rurais do mundo.

É um afastamento das listas usuais de lugares instagramáveis ​​em destinos turísticos de pico. A UNWTO é uma agência das Nações Unidas com foco no turismo responsável – então essas aldeias foram escolhidas pela forma como estão aumentando o número de visitantes sem arruinar o clima original de tranquilidade.

Em um comunicado, a OMT disse: “O prêmio reconhece os destinos rurais que estão adotando o turismo como um motor de desenvolvimento e novas oportunidades de trabalho e renda, preservando e promovendo valores e produtos de base comunitária. A iniciativa também reconhece as aldeias por seu compromisso com a inovação e sustentabilidade em todos os seus aspectos — econômico, social e ambiental — e foco no desenvolvimento do turismo de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Foram escolhidas 32 aldeias em todo o mundo das 136 apresentadas por 57 estados membros da UNTWO. Não há classificação – os destinos são listados em ordem alfabética por país.

Cada país foi autorizado a enviar até três aldeias para consideração – e apenas a Espanha conseguiu qualificar todas as três aldeias. Rupit, Alquézar e Guadalupe fizeram parte da lista. Seu vizinho, Portugal qualificou apenas uma – Castelo Novo, uma das 12 aldeias históricas cercadas pela cordilheira da Serra da Gardunha.

A Áustria começa a lista com Zell am See. Uma pequena cidade, em vez de uma vila, fica às margens do pacífico Lago Zell, à sombra dos Alpes Kitzbühel. Seu irmão, Wagrain, é uma pequena estação de esqui perto de Salzburgo.

O próximo é o Chile, e sua entrada Puqueldón – a maior das nove aldeias na ilha Lemuy, no arquipélago chileno de Chiloé. A China sobreviveu com duas aldeias: Dazhai, na província de Guangxi, no norte, e Jingzhu, em Chongqing, no sudoeste da China.

Uma adição particularmente interessante à lista é Choke Mountain Village, uma vila de ecoturismo na Choke Mountain, cerca de 200 milhas a noroeste da capital da Etiópia, Addis Abeba. A comunidade agrícola usa energia solar, biogás e gerenciamento de resíduos ecológicos, opera o gerenciamento sustentável da terra e introduziu o turismo de comércio justo, onde os visitantes podem comprar mel local, café, ervas medicinais e cerveja como lembrança de sua estadia.

Chamado de iniciativa “Melhores Aldeias Turísticas”, o programa visa combater o despovoamento rural, promover a igualdade de gênero, inovação, infraestrutura e investimento e reduzir a renda regional e a desigualdade de desenvolvimento – ao mesmo tempo em que promove o turismo sustentável e reduz as emissões e o desperdício. As aldeias da lista têm um “compromisso claro com a inovação e a sustentabilidade em todos os seus aspectos — econômico, social e ambiental”, afirmou a OMT em comunicado.

Um “Programa de atualização” simultâneo apóia as aldeias que não atenderam aos critérios da lista completa para melhorar suas chances de sobreviver nos próximos anos.
A lista completa, em ordem alfabética, é a seguinte:

  • Zell am See, Áustria
  • Wagrain, Áustria
  • Puqueldón, Chile
  • Dazhai, China
  • Jingzhu, China
  • Choachí, Colômbia
  • Aguarico, Equador
  • Angochagua, Equador
  • Ecovila Choke Mountains, Etiópia
  • Mestia, Geórgia
  • Kfar Kama, Israel
  • Sauris Zahre, Itália
  • Isola del Giglio, Itália
  • Umm Qais, Jordânia
  • Creel, México
  • El Fuerte, México
  • Ksar Elkhorbat, Marrocos
  • Moulay Bouzerktoune, Marrocos
  • Lamas, Peru
  • Raqchi, Peru
  • Castelo Novo, Portugal
  • Pyeongsa-ri, República da Coreia
  • Rasinari, Romênia
  • AlUla Old Town, Arábia Saudita
  • Bohinj, Eslovênia
  • Rupit, Espanha
  • Alquézar, Espanha
  • Guadalupe, Espanha
  • Murten, Suíça
  • Andermatt, Suíça
  • Birgi, Türkiye
  • Thái Hải, Vietnã

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As novidades gastronômicas de St. Barth, paradisíaca ilha francesa no Caribe

Água azul-turquesa, sol durante boa parte do ano, lojas de grife, rede hoteleira luxuosa e boa gastronomia. A fórmula infalível é a que St. Barth oferece aos seus turistas e habitués.

A ilha caribenha é destino cobiçado de jet-setters e fashionistas, que partem para este pedacinho francês ultramarino para dias relaxantes à beira-mar com serviço de primeira.

Para além das belezas estonteantes do mar, a ilha também conta com novidades deliciosas e agitadas que prometem deixar a estadia ainda mais saborosa pelos próximos tempos.

Jordana Gheler, empresária que trocou São Paulo por St. Barth, traz as novidades imperdíveis de onde comer na ilha e compartilha os novos beach clubs que prometem elevar a experiência nas areias.

Dentre as opções há desde restaurantes de Joel Robuchon, o emblemático chef francês, assim como restaurante israelense que equilibra a herança de Jerusalém com a alma festiva de St. Barth.

Para almoçar:

NAŌ Beach Club

Recém-inaugurado, o NAŌ é um clube de praia que inaugurou em dezembro com todo o glamour e descontração pé na areia no coração de Baie de St. Jean.

Com pegada chique ao mesmo tempo descolada, da cozinha saem pratos de inspiração mediterrânea – criações japonesas também podem ser beliscadas.

O local conta com restaurante, bar, espreguiçadeiras à beira-mar e DJ todos os dias.

Baie de Saint-Jean, 97133 Saint-Barthélémy / Tel.: +590 590 77 47 48

Le Rivage

Le Rivage fica entre os hotéis Le Sereno e Le Barthélemy / Reprodução/Facebook

Inaugurado no último mês de agosto, o Le Rivage St. Barth é um beach club que fica entre os hotéis Le Sereno e Le Barthélemy.

Toda a ambientação é linda e o restaurante serve comida italiana no almoço e jantar – espere por antepastos, massas com frutos do mar e pizzas.

Grand Cul de Sac, 97133 Saint Barthélemy / Tel.: +590 590 27 16 35

Gyp Sea Beach Club

É um beach club de pegada cool e good vibes que está na ilha há cerca de dois anos.

Com uma atmosfera relaxada, fica na ponta da Pelican Beach, onde seu bar conta também com DJ e alma festiva.

Da cozinha saem entradas e sobremesas que passam pela brasa em que ingredientes locais e sazonais são priorizados.

Plage du Pélican, Baie de St Jean, 97133 Saint-Barthélemy / Tel.: +590 590 77 53 01 / Horário de funcionamento: todos os dias das 9h às 18h.

+ Bônus: Além das dicas acima, uma viagem a St. Barth não fica completa sem almoços no Eden Rock, Shellona, Cheval Blanc, Nikki Beach e no Le Toiny Beach Club.

Para jantar:

Kinugawa

Com endereços em Paris, Megeve e Casablanca, no Marrocos, o Kinugawa recentemente fez sua estreia em St. Barth.

O restaurante japonês em frente ao porto de Gustávia é como um izakaya contemporâneo, em que encarrega de fundir a tradição japonesa com o “joie de vivre” francês em pleno Caribe.

33 Rue Jeanne D’Arc, 97133 Gustavia, Saint-Barthélemy / Tel.: +590 590 511 355 / Horário de funcionamento: de segunda a sábado a partir das 19h.

La Petite Plage

Já obrigatório em St. Tropez, agora também é possível ter um gostinho do La Petite Plage em St. Barth.

É como o novo Bagatelle da ilha (restaurante francês superconhecido que fica de frente para o porto de Gustávia).

O ambiente segue a atmosfera de praia com areia no chão; a decoração é chique e descontraída com uso de madeira e vime e a dá para as embarcações do porto.

O cardápio é assinado pelo chef estrelado Eric Fréchon e executado pelo francês Alexandre Delage, que deixou St. Tropez para se instalar em St. Barth.

Rue du Bord de Mer, Gustavia 97133, Saint-Barthélemy / Tel.: +590 590 77 73 59 / Horário de funcionamento: de segunda a sábado das 19h às 2h.

Sella

É um restaurante israelense superbacana e animado com comidas deliciosas que fogem do óbvio.

Capitaneados pelo chef Assaf Granit, nascido em Israel, os menus são criados com base na mescla entre a herança culinária de Jerusalém e o ambiente caloroso de St. Barth.

Plage de Public 97133 Saint-Barthélemy / Tel.: +590 690 56 15 22 / Horário de funcionamento: segunda a sábado das 19h à 1h.

L’Atelier de Joel Robuchon

Restaurante de Joel Robuchon chegou em St. Barth EM 2021 e serve cozinha francesa premiada / Reprodução/Site

O restaurante do ícone da gastronomia francesa chegou em St. Barth em maio de 2021, em que oferece sua cozinha francesa de qualidade.

É possível pedir pratos acompanhados de taça de vinho ou ainda apostar no menu-degustação. Uma cozinha aberta fica no centro do salão, de onde saem os preparos diante dos olhos dos comensais.

Vale dizer que o pão e os folheados são caseiros. O restaurante fica no centro de Gustávia, próximo ao porto, e é o primeiro da marca no Caribe – para se ter uma ideia, o L’Atelier de Joel Robuchon em Miami recebeu duas estrelas Michelin.

15 Rue du Bord de Mer, 97133 Gustavia, Saint-Barthélemy / Tel. : +590 590 77 30 30/ Horário de funcionamento: aberto todos os dias no almoço (terraço) das 12h às 15h e jantar das 18h30 às 22h; padaria de segunda a sábado, das 7h às 18h e domingo das 7h às 14h.

+ Bônus: Além das dicas acima, é quase obrigatório reservar uma mesa no Bonito, L’Isola, Le Tamarin e no Fouquet’ s Saint Barth, restaurantes sofisticados e já conhecidos da ilha.

Sobre Jordana Gheler

Empresária brasileira, Jordana Gheler trocou São Paulo por St. Barth em 2011, tamanho seu amor pela ilha. Hoje, a profissional promove a ilha para brasileiros, em que adora recebê-los e ainda planeja viagens e eventos para St. Barths e outras localizações paradisíacas pelo mundo.


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sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Inverno no Hemisfério Norte: 8 resorts de esqui que unem agito e sofisticação na neve

Separe os casacos e as botas de frio, pois a temporada de neve já está entre nós – pelo menos no Hemisfério Norte.

Se está a fim de deixar nosso calor de lado e aproveitar a temporada 2022/23 de neve fora do país, a dica é aproveitar os resorts de esqui na Europa e nos Estados Unidos, que saem na frente quando o assunto é acelerar o coração com esportes radicais no gelo e de quebra montar bonecos na neve ao lado das crianças.

Preparados para se divertirem na neve? Então separem as roupas mais pesadas e viajem comigo com as dicas abaixo.

E atenção: caso vá esquiar pela primeira vez (ou ainda não tenha tanta confiança), este guia prático te ajudará.

 

Destinos de neve na Europa

Suíça, França e Itália possuem algumas cidades e localizações que usufruem das temperaturas abaixo de zero para serem verdadeiros resorts na neve.

Grandes declives para a prática de esqui e snowboard parecem apenas detalhes nestes locais, já que gastronomia estrelada, hotéis supersofisticados e visuais arrebatadores nos esperam ao redor das montanhas.

Seja em Zermatt, na Suíça, ou ainda na concorrida Courchevel, na França, as estações de esqui ainda ganham agito extra no après-ski, ou seja, no período pós-esqui, quando a animação toma conta dos restaurantes e dos centrinhos com lojinhas e galerias.

A temporada vai geralmente do final de novembro a abril e o melhor de tudo é que pode ser aproveitada de diferentes formas: seja a dois numa viagem mais romântica, seja com a família ou ainda com programação voltada para a criançada.

Courchevel, França

Considerada a capital mundial do esqui, Courchevel pulsa no meio dos Alpes Franceses.

A estância foi criada justamente para ser um resort de esqui luxuoso e integra a região dos Les Trois Vallées (os Três Vales), em que fica na maior área esquiável interligada do mundo – que inclui também Val Thorens e Méribel.

A maioria dos picos fica acima dos 1.800 metros de altitude, o que nos garante neve de qualidade durante a temporada, em que esquiamos com paisagens surpreendentes, com a montanha Mont Blanc ao fundo, por exemplo.

A área conta com mais de 600 km esquiáveis, 318 pistas e 170 lifts (teleféricos que levam os esquiadores), dividida ainda em quatro vilas: Courchevel 1300Courchevel 1550, Courchevel 1650 e Courchevel 1850.

Cada número refere-se à altitude e o interessante é que a atmosfera muda a cada subida: enquanto 1550 é mais voltada à famílias, uma animação festeira embala Courchevel 1650 e, por fim, 1850 é lugar de hotéis 5 estrelas e centrinho com lojas de grife.

Courchevel vai além e surpreende amantes da gastronomia do mundo todo, já que o pequeno vilarejo francês corresponde a estação de esqui com a maior concentração de restaurantes estrelados pelo Guia Michelin.

Le 1947, por exemplo, tem distinção de três estrelas, feito inédito nos alpes e também em toda a França. O restaurante fica dentro do Cheval Blanc, hotel superluxuoso em Courchevel 1850, e conta com um inigualável menu-degustação de sete tempos.

Além de ser possível realizar quase todas as modalidades de esportes na neve, também podemos ter um gostinho das montanhas do alto: passeios de parapente são feitos com acompanhamento de um profissional e sobrevoam o Col de la Loze, passagem de montanha nos Alpes Franceses a uma altitude de mais de 2.300 metros.

E os baixinhos também têm diversão: são inúmeras as atividades voltadas para todas as idades que envolvem desde aulas de esqui, brincadeiras monitoradas na neve, entretenimento dentro dos hotéis e até um centro indoor aquático, o Aquamotion, com diversas atividades que os fazem até esquecer das temperaturas baixas.

Para a temporada 22/23, uma novidade: em 16 de dezembro foi aberta a Ultima Courchevel Belvédère, coleção de 13 residências que oferecem serviços de hotel 5 estrelas com privacidade e exclusividade de uma residência privada.

Situado entre Courchevel 1850 e 1650, os hóspedes podem desfrutar de tranquilidade enquanto estão a poucos passos de lojas e restaurantes.

Saiba mais sobre onde comerficar e encontrar os restaurantes mais animados de Courchevel aqui.

Zermatt, Suíça

Zermatt é uma cidade de apenas seis mil habitantes que carrega a essência dos Alpes Suíços. Com cara de vila, o local nos presenteia com romantismo e paisagens magníficas da Matterhorn, montanha protagonista dos Alpes na fronteira entre Suíça e Itália.

Assim, a cerca de 1.600 metros de altitude, Zermatt é a pedida certa para esportes na neve e espaços para práticas de esqui em diferentes níveis. Os aventureiros podem aproveitar os 360 km de pistas, divididas em variadas áreas.

Amantes do snowboard também têm uma área específica para a prática: o The Snowpark Zermatt, que possui vistas privilegiadas para a Matterhorn e fica aberto o ano todo.

O centrinho – que mais parece cenário de filme – tem diversos cafés, restaurantes, bares e lojas, e o charme fica bem nítido na rua principal, a Bahnhofstrasse.

O bacana é que os carros ficam em casa: o tráfego deles é proibido na cidadezinha (apenas alguns transportes elétricos dos hotéis são permitidos), o que faz de Zermatt um local para ser descoberto a pé.

As crianças também não ficam paradas: há até um mascote que as recebe na cidade, a Wolli, uma simpática ovelha. Aulas na neve, programação nos hotéis e áreas de neve voltadas para os pequenos são opções.

Caso queira um gostinho do lado italiano, o Theodul Pass, a mais de 3.200 metros, conecta Zermatt a Breuil-Cervinia, uma vila na região do Vale de Aosta.

Interlaken, Suíça

Além de ser uma das mais populares estâncias de esqui da Europa, Interlaken também mostra um encanto extra por suas ruas, construções e paisagens. Requinte, aconchego, bons restaurantes e hotéis se juntam para criar uma das áreas mais incríveis do continente.

Interlaken é o ponto de partida para as regiões de Kleine Scheidegg-Mannlichen, Grindelwald-First e Mürren-Schilthorn, que somam mais de 200 km de pistas de esqui.

Pistas para trenós, trilhas invernais, saltos de paraglider, pesca e patinação no gelo também formam a programação para aqueles que não desejam somente esquiar.

Passeios por vilarejos vizinhos ou até de barco pelos lagos Thun e Brienz são programas que fazem brilhar os olhos. A cidadezinha também reserva algumas surpresas a pé, em que no meio do caminho, na via principal, encontramos lojas, cafés, hotéis, restaurantes e chocolaterias.

Interlaken também é a base para o trio de montanhas Eiger, Mönch e Jungfrau‪, esta última considerada Top of Europe, ou seja, o topo da Europa, já que sua altitude ultrapassa os quatro mil metros.

Aqui fica a Jungfraujoch, a estação ferroviária mais alta de toda a Europa. O trajeto é fabuloso, em que contemplamos paisagens montanhosas cobertas de neve e penhascos afiados.

Na estação há um mirante para as montanhas e para o maior glaciar dos Alpes, o Aletsch, além de ser o lar de uma estação de estudos climáticos e um verdadeiro complexo de entretenimento na neve. Ice bar, tirolesa, Palácio de Gelo, restaurantes e esqui completam as atividades.

Dolomitas, Itália

Cordilheira dos Alpes italianos, as Dolomitas são consideradas Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco e se estendem por cinco províncias charmosas.

Muitos viajantes até escolhem fazer um bate e volta a partir de Veneza, que não fica muito longe do coração da região. De beleza estonteante, lagos, montanhas, campos verdejantes e vilarejos históricos ficam espalhados por aqui.

E o esqui torna-se uma atividade disputada no inverno, em que o gigante complexo Dolomiti Superski Area – união de 12 resorts que totalizam cerca de 1.200 km de pistas que podem ser acessadas com um ski pass – garantem pistas para todos os gostos e níveis.

Assim, o esporte na neve e os resorts são apenas um dos programas incríveis por aqui: as Dolomitas também abrigam cidadezinhas incríveis e oferecem variadas opções gastronômicas, boutiques e um clima típico italiano.

Cortina D’ampezzo é um desses locais que abrigam centrinho histórico, resorts cinco estrelas e restaurantes badalados. Val di Funes é outra região recomendada: pertencente a Bozano, o vale tem a cara de um mix entre Suíça e Áustria, tanto em relação ao cenário quanto à cultura local.

 

Destinos de neve nos EUA

Já nos Estados Unidos, os resorts de neve estão situados essencialmente mais ao oeste e norte do país, como nos estados do Colorado e de Utah.

Aspen e Park City, por exemplo, são cidades preparadas para nos receber da melhor forma: centrinhos elegantes, hotéis sofisticados, restaurantes que nos aquecem com criações gastronômicas e, claro, grandes áreas para a prática de esportes na neve.

É uma delícia terminarmos o dia ao redor de uma fogueira ou ainda em banheiras de hidromassagem quentíssimas que contrastam com as temperaturas abaixo de zero do lado de fora.

Aspen, Colorado

É um dos locais de neve mais conhecidos do país. O clima e a geografia propiciam montanhas nevadas, mas o charme da temporada reside também no entorno: ótimos hotéis, galerias de arte, lojas de grife e gastronomia ímpar.

São quatro montanhas espalhadas pela cidade indicadas para esportes: ButtermilkHighlandsAspen Mountain e Snowmass. Esta última é a maior delas, com 1.448 hectares, 94 pistas divididas em 241 km e gôndola.

Para a temporada 2022/23, que começou em 14 de novembro e vai até 16 abril, algumas novidades se fazem presentes, como a inauguração de uma infraestrutura de US$ 23 milhões da base Buttermilk, com um edifício de mais de 800 m² e também um novo restaurante e bar.

Expansões inéditas e programas especiais nos restaurantes locais, como jantares no topo da montanha e apresentações de bandas e DJ’s nas quatro montanhas ao final do dia, também prometem agitar o período.

Entre 3 e 5 de março, o Audi FIS World Cup Ski Racing, a Copa do Mundo de Esqui Alpina, volta para Aspen com os melhores esquiadores do mundo – vale lembrar que Aspen já foi sede de mais de 100 Copas do Mundo de esqui feminino e masculino.

Aspen é acessada a partir de linhas constantes de transportes terrestres de e para o aeroporto de Denver, capital do Colorado.

Vail, Colorado

Outro ponto esquiável no Colorado é Vail, cidade que corresponde à maior montanha de esqui do estado.

O local concentra um dos maiores complexos de ski lifts dos EUA e oferece diferentes esportes, desde os tradicionais esqui e snowboard até esqui biking – mistura de esqui com bicicleta – e pista com terrenos virgens para esquiadores avançados.

Dividida basicamente em dois centrinhos, Lionshead Vail Square e Vail Village Mountain Plaza, as ruas destes locais são charmosas e contam com lojas, spas, restaurantes e hotéis – como os de grande redes luxuosas, a exemplo do Four Seasons, do Ritz-Carlton e do Grand Hyatt.

A cidade é facilmente acessada a partir de diversos pontos dos país, já que fica a apenas 48 km do aeroporto de Eagle County e a cerca de 160 km do aeroporto de internacional de Denver.

Park City, Utah

Próxima a Salt Lake City, no oeste dos EUA, Park City é a maior área esquiável do país e sua neve é considerada uma das melhores do mundo.

São duas as estâncias principais: Park City Mountain e o Deer Valley Resort, que ocupam quase 40 mil hectares de área e oferecem uma variedade de pistas.

Enquanto Park City conta com pistas de vários níveis e também concentra centrinho charmoso, Deer Valley é como um resort cinco estrelas.

Entre as novidades para a temporada 22/23 estão novos restaurantes e experiências après-ski no resort Park City Mountain.

O Deer Valley Resort tem acesso expandido à área de iniciantes com um teleférico que conecta a base do Snow Park até a pista de esqui Deer Hollow – um novo restaurante de frutos do mar, Cast & Cut, também se faz presente.

Além das atividades voltadas apenas para esqui ou snowboard, outras atrações interessantes ficam ao redor, como o Parque Olímpico de Utah, que sediou os Jogos Olímpicos de 2002.

Woodward também está na lista, parque com atividades outdoor e indoor onde o tubing, boia gigante que escorrega na pista coberta de neve, é a atividade mais popular.

Já no quesito après-ski, ou seja, depois do esqui, a Main Street é a rua central da cidade e que corresponde ao centrinho. Com cara de filme de Natal, o local reúne butiques e galerias de arte, além de bares, restaurantes, destilarias e ainda cervejarias ideais para recarregar as energias.

A cidade conta com hotéis de grandes redes sofisticadas, como Waldorf Astoria, Marriott, Hyatt, entre outros, que variam nos preços e nos serviços. O destino é acessado a partir do aeroporto internacional de Salt Lake City, a apenas 35 minutos de carro.

Jackson Hole, Wyoming

Com mais de 100 pistas, Jackson Hole, no estado de Wyoming, é famoso por terrenos acidentados e declives acentuados, o que torna o local ideal para os que já possuem familiaridade com os esportes na neve.

Com um entorno recheado de vistas deslumbrantes, Jackson Hole fica entre vales e nos apresenta uma natureza exuberante.

Ice skating, paragliding e tours de bike são apenas algumas das várias atividades que podem ser realizadas na região. Também encontramos a diversidade nos diferentes tipos de hospedagem – desde cabanas e camping até quartos do Four Seasons.

Os restaurantes locais servem truta, alce e bisão, mas podemos encontrar ainda cozinhas de outras partes do mundo, como japonesa, tailandesa e indiana.

Jackson Hole é uma das comunidades de resorts de montanha mais acessíveis da América do Norte, em que é servida pelo aeroporto de Jackson Hole – a temporada de inverno é servida com voos diretos entre as principais cidades dos EUA, como Nova York, Chicago, Atlanta, Dallas, Los Angeles e São Francisco, para citar algumas.

Vale ressaltar que um dos cartões postais de Jackson Hole é seu aerial tram, que transporta até cem pessoas a partir da base Teton Village, que acomoda um centro supercharmoso.


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St. Gallen, na Suíça, é destino ideal para um bate e volta a partir de Zurique

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