domingo, 30 de abril de 2023

Esses alimentos icônicos não são tão antigos quanto você pensa

Em que século foi inventado o pão ciabatta? E quantos anos tem o cookie de chocolate? Se você não sabe as respostas para essas perguntas, não se surpreenda se seus palpites estiverem errados. Estes estão entre alguns dos alimentos que a maioria das pessoas tende a acreditar que são mais velhos do que realmente são: o pão ciabatta foi inventado no mesmo ano que a Diet Coke, e o cookie de chocolate é apenas quatro anos mais velho que Joe Biden. Descubra a história por trás desses e de outros pratos populares – mas surpreendentemente jovens – de todo o mundo.

Tiramisù (1972)

tiramisu
Pixabay

Como costuma acontecer com as receitas modernas, a verdadeira origem do tiramisù é muito debatida, mas o que é certo é que é uma invenção recente. A reivindicação mais forte vem de um restaurante chamado Le Beccherie em Treviso, na região de Vêneto, na Itália. Em 1972, foi adicionado ao cardápio como “Tiramesù”, uma contração de uma frase que significa “pegue-me” no dialeto local – embora o restaurante afirme que remonta a 1955, quando a então proprietária, Alba Campeol, estava grávida e comeu zabaglione e café para obter energia no café da manhã. Ela então trabalhou com seu chef, Roberto Linguanotto, para preparar uma sobremesa de sabor semelhante.

“Outras fontes sugerem que ele apareceu na área de Udine na década de 1950, e é de onde a Itália o reconhece oficialmente, como um ‘produto alimentar agrícola tradicional’”, diz a historiadora de alimentos Sue Bailey. O reconhecimento – em 2017 do Ministério da Agricultura italiano – gerou uma briga entre Vêneto e seu vizinho Friuli Venezia-Giulia, onde fica Udine.

Sem dúvida, porém, o prato que faz sucesso até hoje é uma versão do Le Beccherie.

Uma interpretação moderna de uma sobremesa tradicional chamada sbatudin, o tiramisù é feito de biscoitos ladyfinger mergulhados em café, cobertos com uma camada de gemas batidas, açúcar e mascarpone e polvilhados com cacau em pó. Uma interpretação mais moderna adiciona licor ou vinho doce, geralmente Marsala. Existem muitas outras variações, incluindo tiramisù de chocolate, morango e limoncello.

Frango tikka masala (década de 1970)

Amplamente considerado o prato nacional da Grã-Bretanha, este também nasceu em um restaurante. Ou pelo menos pensamos que foi: Ali Ahmed Aslam afirmou que inventou o prato em seu restaurante em Glasgow, Shish Mahal. Seu aparente momento de luz foi pegar frango tikka, um prato indiano de frango marinado em iogurte e especiarias, e adicionar um molho de creme de tomate a ele, em resposta a um cliente reclamando que a carne estava seca.

“Outras pessoas dizem que ele não foi realmente o inventor e que é uma versão modificada de outro prato indiano, frango com manteiga, e que ele estava apenas mudando as coisas”, diz Bailey.

Em 2009, o político britânico Mohammed Sarwar apresentou uma moção no parlamento para reconhecer o prato como uma iguaria de Glasgow, e o falecido secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Robin Cook, chamou-o de “verdadeiro prato nacional britânico”. Aslam morreu em 2022 e, quaisquer que sejam as raízes do prato, ele ajudou a torná-lo popular.

Ciabatta (1982)

Longe de ser um pão centenário, a ciabatta foi criada em 1982 pelo padeiro e piloto de rally Arnaldo Cavallari, que lhe deu o nome completo de “ciabatta polesana” ou “chinelo Polesine”, em homenagem à região onde morava – também em Vêneto, na Itália.

“Ele estava tentando criar uma alternativa às baguetes francesas, mas com um pouco mais de água e um pouco diferente – italiana e competitiva”, diz Bailey. “É crocante por fora, macio e mastigável por dentro.”

Adicionar mais água na verdade torna o pão mais barato, e o moinho de farinha de Cavallari registrou o nome e mais tarde licenciou a ciabatta internacionalmente. No final da década de 1980, o pão já havia ganhado popularidade no exterior e era produzido em massa nos Estados Unidos e no Reino Unido. Até hoje, continua popular e se tornou um símbolo da dieta mediterrânea em todo o mundo.

Banana Cavendish (década de 1960)

As bananas encontradas nos supermercados de todo o mundo hoje só estão disponíveis comercialmente há cerca de 60 anos. Eles pertencem a uma variedade chamada Cavendish e são notavelmente consistentes de país para país, ano após ano, porque a produção comercial de banana envolve essencialmente a clonagem da mesma planta repetidas vezes.

No entanto, isso reduz a biodiversidade, tornando as plantas menos resistentes a doenças. Isso é exatamente o que aconteceu na década de 1950, quando a banana comercial do mundo era um tipo diferente chamado Gros Michel.

“Big Mike” era melhor que o Cavendish – mais rico, mais doce e maior – mas quando um fungo chamado fusarium começou a destruir as plantações, ele se espalhou tão rapidamente que a única saída possível foi acabar com todas as plantas de Gros Michel e começar de novo com uma planta diferente. variedade resistente à doença. A Cavendish, uma variedade que foi cultivada pela primeira vez em Chatsworth Estate, na Inglaterra, há 180 anos, se encaixava no projeto e foi escolhida como substituta.

Pode acontecer de novo? Já está acontecendo! Uma nova cepa da doença causada pelo fungo há muito ataca as plantações de Cavendish, e os pesquisadores trabalham há anos para encontrar outra variedade de banana que possa substituir o Cavendish, se necessário. Vamos apenas esperar que a qualidade não tenha que cair novamente.

Minicenouras (1986)

Há duas revelações aqui: a maioria das minicenouras são apenas cenouras normais cortadas em um tamanho menor e foram inventadas em 1986 por Mike Yurosek, um fazendeiro da Califórnia. Yurosek estava procurando uma maneira de evitar que toneladas de cenouras fossem desperdiçadas porque estavam tortas, torcidas ou quebradas – em outras palavras, abaixo do padrão do supermercado.

Usando um descascador de batatas industrial, ele cortou cenouras “abaixo do nível de qualidade” em tubos descascados de duas polegadas para serem vendidas em sacolas plásticas. A invenção criou um novo lanche saudável e disparou o consumo de cenoura nos Estados Unidos. Hoje, as minicenouras representam mais de 50% das vendas totais de cenoura nos EUA.

Isso não é tudo. O termo “minicenoura” também é usado para se referir a cenouras colhidas prematuramente, que são menores e mais doces que as cenouras comuns, e geralmente não são vendidas descascadas. No entanto, estes são apenas uma pequena fração do mercado.

Frango do General Tso (1955)

Um alimento básico dos restaurantes chineses na América do Norte, este prato de frango frito doce, salgado e picante, geralmente servido com arroz frito com carne de porco, foi inventado em Taiwan por um chef chamado Peng Chang-kuei, em um jantar para autoridades americanas durante a crise do Estreito de Taiwan. 1955. Sem nenhuma razão óbvia, ele o nomeou em homenagem ao general Zuo Zongtang, um líder militar do século XIX de sua região natal, a província chinesa de Hunan.

Quando os primeiros restaurantes Hunanese abriram em Nova York na década de 1970, eles ofereciam uma versão modificada do prato, que os chefs haviam provado no restaurante Peng’s Taipei. O próprio Peng emigrou para a cidade de Nova York em 1973 para abrir seu próprio estabelecimento, o Hunan Yuan do tio Peng, e colocou o General Tso’s Chicken no cardápio em sua receita original. Surpreendentemente, ele foi acusado de copiar sua própria invenção.

A curiosa história é explorada em um documentário de 2014 chamado “The search for General Tso”, que destaca o quão pouco conhecido é o prato na China e apresenta entrevistas com o próprio Peng, que morreu em 2016.

Nachos (1940)

Os nachos vêm da cidade fronteiriça mexicana de Piedras Negras, onde foram inventados por capricho em 1940. “Um funcionário de restaurante chamado Ignacio Anaya precisava preparar um lanche muito rápido para algumas esposas de militares americanos”, diz Bailey. “Então ele cortou algumas tortilhas em triângulos, fritou e cobriu com queijo ralado e pimenta jalapeño.”

Ele chamou o prato de “Nacho’s special”, sendo Nacho um apelido comum para aqueles chamados de Ignacio. A popularidade dos nachos se espalhou pela região quando ele abriu seu próprio restaurante e depois cruzou a fronteira com o Texas e os Estados Unidos, onde a receita foi modificada e expandida. “Ballpark nachos” logo se tornou um item básico em estádios e teatros.

Anaya faleceu em 1975, mas seu legado continua em Piedras Negras, onde desde 1995 é realizado o Festival Internacional de Nachos em sua homenagem.

Pizza havaiana (1962)

A pizza mais controversa do mundo tem uma origem muito moderna e improvável. “Certamente não é uma invenção italiana, nem havaiana”, diz Bailey.

“Na verdade, é do Canadá. Um chef chamado Sam Panopoulos, que tinha um restaurante bastante eclético em Ontário, pensou em fazer uma pizza um pouco diferente. Então ele jogou um pouco de abacaxi em cima da pizza.

Por que ele chamou de pizza havaiana? “Acho que era simplesmente da marca de abacaxi enlatado que ele usava”, diz ela. Adicione isso à lista de pratos cuja conexão com seu próprio nome é, na melhor das hipóteses, fraca.

Geralmente desprezada pelos italianos, a pizza de abacaxi desperta fortes opiniões em todo o mundo – em 2017, o presidente da Islândia brincou que a proibiria se pudesse estabelecer leis (ele recebeu uma forte reação nas redes sociais). Curiosamente, a pizza encontrou sua maior popularidade na Austrália, mas continua a desfrutar de maior reconhecimento em todo o mundo, em grande parte devido à sua capacidade de polarizar opiniões.

Carbonara (1944)

Macarrão Carbonara / Caroline Grimm

Um dos mais famosos pratos de massa italianos também é – como você já deve ter adivinhado – objeto de debate sobre suas origens. Uma explicação crível é que um chef de Bolonha, Renato Gualandi, inventou o prato no final da Segunda Guerra Mundial, usando ingredientes trazidos para a Itália pelos soldados americanos que acabavam de libertar o país.

Em particular, ele usou bacon e ovos em pó, que podem ter vindo de rações militares, e possivelmente estava construindo sobre macarrão alla gricia, um prato semelhante, menos o ovo, que se acredita ter séculos de idade. Gualandi tornou-se então o chef das tropas aliadas em Roma, o que explicaria a forte ligação da cidade com a carbonara.

Como é comum em muitas receitas italianas, a carbonara (que significa “queimador de carvão” em italiano, talvez devido ao método original de cozimento) também é objeto de inúmeras controvérsias sobre seus ingredientes. A maioria dos chefs italianos dirá que apenas quatro são permitidos, além do sal e da pimenta: macarrão, ovos, queijo pecorino e guanciale, um corte gorduroso de porco semelhante ao bacon. No entanto, a carbonara existe em infinitas variações e também é comumente feita com parmigiano, pancetta, bacon, creme, manteiga e até alho.

Cookie de chocolate (1938)

Cookies / Reprodução Instagram

Longe de ter séculos de idade, o biscoito de chocolate foi inventado no final dos anos 1930 por Ruth Wakefield, dona de um restaurante em Whitman, Massachusetts, EUA, que o chamou de Toll House Chocolate Crunch Cookie, em homenagem ao nome de seu restaurante. Ela publicou a receita pela primeira vez em 1938 e a vendeu para a Nestlé por US$ 1 simbólico um ano depois.

A invenção é frequentemente citada como acidental, com Wakefield ficando sem nozes e substituindo-as por pedaços de chocolate de uma barra Nestlé. No entanto, esse não é o caso – relatos mais precisos apresentam a receita de Wakefield como deliberada.

À medida que crescia em popularidade, o cookie perdeu seu nome complicado. Em 1983, a Nestlé perdeu a licença exclusiva para produzi-los, abrindo as portas para infinitas variações industriais.

 

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sábado, 29 de abril de 2023

Onde comer em Cusco, a antiga capital do Império Inca

Antiga capital do Império Inca, Cusco surpreende não somente por suas ruínas incas e pelos traços da colonização espanhola: a gastronomia é um dos pontos altos para se entender a região.

Assim como no Peru, ela desempenha um papel fundamental na identidade local. Que tal ceviches, legumes e verduras frescos e peixes e frutos do mar trabalhados com primazia? Cusco serve tudo isso e muito mais.

Além de belezas históricas e paisagens, a viagem sempre fica melhor aliada à boas garfadas. A seguir, confira onde comer em Cusco e ainda um bônus com casas que se destacam no cenário gastronômico pelo Vale Sagrado.

Cusco

Chicha, por Gastón Acurio

Daniela Filomeno no Chicha, casa do chef peruano Gastón Acurio / CNN Viagem & Gastronomia

O Chicha é um espaço de comida regional, não só pelos ingredientes, mas também porque ressalta a cultura e os costumes – que vão desde a técnica de preparo e o fomento dos produtores locais.

No segundo andar de uma casa colonial a apenas um quarteirão da Plaza de Armas, o chef Gastón Acurio, eleito um dos melhores chefs do mundo, honra e valoriza os sabores e a sabedoria de Cusco.

Com vários restaurantes sob sua batuta, Gastón, inclusive, é mais do que um chef de cozinha, mas sim um promotor da gastronomia peruana – seus créditos vão para a internacionalização do ceviche, por exemplo, prato hoje espalhado pelo mundo inteiro.

Com uma ode à sabedoria cusqueha, apresenta receitas tradicionais, como o cordeiro, tiradito, além da sua famosa esfera de chocolate.

A casa descontraída nos oferece combinações interessantes que funcionam, como carpaccio de alpaca e quinoa. Ceviche, é claro, também é a pedida certa. A casa trabalha com menu regional, escolhas do chef e também menu-degustação de oito tempos.

Em suma, é daqueles restaurantes que não podemos deixar de ir, seja para adentrar um pouco mais em uma cozinha de renome, seja para experimentar sabores locais, ou ainda sentir a vibração da vizinhança.

Chicha: Plaza Regocijo 261, segundo andar, Cusco, Peru / Tel.: +51 84 240520 ou 240717 / Horário de funcionamento: segunda a domingo das 12h às 21h30.

Limo

Limo oferece uma cozinha nikkei em plena Plaza de Armas / CNN Viagem & Gastronomia

Milenar, a cozinha japonesa encanta por onde passa. Inclusive, seu paladar mescla às locais assim que pisa em novo solo. E não só isso: suas técnicas e ingredientes também são adaptados.

E essa é a proposta do restaurante Limo, que – apesar de ficar no segundo andar de um prédio ancestral – tem menu bastante moderno.

Herdou dos japoneses a tradição no paladar limpo, os ingredientes frescos e a riqueza dos detalhes. O ceviche, por exemplo, é um belo exemplo de como as duas cozinhas se encontram.

Fica situado em plena Plaza de Armas, com vistas diretas para a praça, a Catedral de Cusco e a Igreja da Companhia de Jesus. Para melhor acompanhar, peça algum drinque autoral ou sucos refrescantes.

Limo: Calle Simon Bolivar Mza B, Cusco, Peru / Tel.: +51 932 929 474 / Horário de funcionamento: segunda a domingo das 13h às 22h.

Cicciolina


Já uma escolha tradicional em Cusco, o Cicciolina é um bar de tapas com menu tradicional mas que se renova em cada prato do dia.

A casa, que fica no segundo andar de um casarão colonial na Calle Palacio, tem ambientes diferentes, como o do bar de tapas e do restaurante propriamente dito. O local é peculiar com seus penduricalhos pelo salão.

Da cozinha saem ingredientes regionais que misturam tradição e toques modernos. São muitos sabores experimentados pelos pratos e a dica é justamente essa: mergulhar de cabeça – e boca! – nas combinações, texturas e gostos.

A comida e os vinhos estão em todo o redor, e os cheiros que vêm da cozinha encantam.

Cicciolina: Calle Palacio 110, Cusco, Peru / Tel.: +51 84 255763 ou 994 059709 / Horário de funcionamento: aberto todos os dias das 12h às 21h30.

Baco – Food & Wine

Irmão mais novo do restaurante Cicciolina, o Baco – como o nome sugere – é um templo para adoração dos vinhos, em especial os da América do Sul.

Resumir o lugar é simples: destinado àqueles que gostam de harmonizar seu prato preferido com algum rótulo da bebida.

Despretensioso e descomplicado, o ambiente é rústico, com pinturas coloridas e detalhes em madeira e ferro. Os pratos são feitos com ingredientes frescos, em que pizzas de forno, carnes (tipo churrasco), vegetais e frutos do mar caem bem ainda com sopas, saladas e massas.

Baco: Calle Ruinas 465, Cusco, Peru / Tel.: +51 84 242808 / Horário de funcionamento: todos os dias das 15h30 às 22h30.

Inkaterra La Casona

Ambiente do restaurante do Inkaterra La Casona / Divulgação/Inkaterra Hotels

Dentro do charmoso hotel Inkaterra La Casona, primeiro hotel boutique cinco estrelas da cidade e parte do portfólio Relais & Chateaux, o restaurante do empreendimento oferece refeições em meio a um ambiente de parede de pedras e decoração local.

Bem íntimo – são 12 comensais dispostos em seis mesas -, o restaurante tem cozinha que usa ingredientes frescos, naturais e nutritivos em uma deliciosa refeição.

Vale ressaltar que o hotel está localizado na tradicional Plaza de las Nazarenas, rodeado por ruas de paralelepípedos.

Inkaterra La Casona: Plaza Las Nazarenas 211, Cusco, Peru / Horário de funcionamento: todos os dias café da manhã das 5h às 10h; almoço das 12h às 15h; chá da tarde das 16h às 18h; coquetéis das 18h às 19h e jantar das 18h às 22h.

Ceviche – Meat & Wine Co.

Irmão mais novo do Morena Peruvian Kitchen, que imprime nos pratos o mosaico cultural (e colorido) da cozinha peruana, o Ceviche também leva aos andes os sabores da costa do país.

Ele dá um toque moderno à tradicional cevicheria peruana, usando frutos do mar dos mais frescos e com ingredientes bastante locais.

A cozinha desperta a curiosidade para ver o preparo dos pratos. Quando for, não deixe de experimentar um dos três tipos de ceviche: clássico, com pescado do dia; andino, com truta fresca; e barrio, com pescado do dia e chicharrón de lula

Ceviche: Portal de Harinas, 181, Plaza de Armas, Cusco, Peru / Tel.: 51 993 652 202 / Horário de funcionamento: segunda a domingo das 12h às 22h.

Mauka

Mauka usa insumos do país e trabalha com produtores locais / Divulgação/Belmond Palacio Nazarenas

Pía León, chef por trás do Central, melhor restaurante da América Latina por cinco vezes seguidas, e do Kjolle, ambos em Lima, é a diretora culinária do novíssimo Mauka, restaurante no Belmond Palacio Nazarenas.

A nova casa visa a fartura da culinária cusquenha e seus diversos produtos, que vão de insumos desde as montanhas andinas até a floresta amazônica. Para tanto, o restaurante tem uma estreita colaboração com agricultores locais.

Mashwa andino combinado com truta local, chuño tradicional com alpaca ou o ceviche fresco com cebolas nativas e tangerina picante estão entre as opções.

Mauka: Nazarenas 223, Cusco, Peru / Tel.: 51 084582222 / Horário de funcionamento: todos os dias das 12h às 15h30 e das 18h30 às 22h.

Bônus: casas que valem a pena pelo Vale Sagrado

O Vale Sagrado dos Incas tem este nome por sua representação para esta civilização: representava o céu na terra. Isso pelas suas qualidades geográficas e climáticas, com um solo muito rico.

Foi um dos principais pontos de produção dos Incas, pela riqueza de terras, de técnicas de maestria hidráulica e da agricultura. O grão de milho se destaca aqui, assim como sua variedade de legumes e hortaliças.

MIL Centro (Moray)

Conseguir uma reserva no Central, em Lima, é uma tarefa um tanto difícil, já que são apenas poucos e disputados lugares para uma experiência no melhor restaurante da América Latina.

Mas a mais de 3,5 mil metros de altitude, os chefs Virgilio Martínez y Pía León convidam os comensais a degustar as altas altitudes no MIL, em que as variadas espécies encontradas pelo Peru são trabalhadas em um verdadeiro laboratório.

Todos os ingredientes são de comunidades a menos de 50 km ou de produção própria. O menu-degustação custa US$ 290 (cerca de R$ 1.440), cheio de sabores e ingredientes que nunca terá visto em oito etapas com insumos do entorno. O restaurante – ou laboratório – está atualmente na 44ª posição entre os 50 melhores restaurantes da América Latina.

Ao lado das ruínas de Moray, o local guarda vistas incríveis dos Andes Peruanos. A casa também oferece experiência de imersão pela gastronomia e ingredientes do entorno com menu-degustação em seguida (US$ 550, cerca de R$ 2.740).

MIL Centro: Moray, Maras, Cusco (a 53 km a noroeste de Cusco) / Horário de funcionamento: almoço de terça-feira a domingo das 12h às 14h30; imersão de terça a domingo às 9h30 / Reservas pelo site.

El Huacatay (Urubamba)

É um pequeno restaurante que vem se tornando referência em culinária criativa na região de Urubamba.

Os pratos não se limitam a serem apenas gostosos, mas se trata de uma experiência. O chef Pio Vásquez Velasco acredita que a atmosfera do lugar e a estética devem fazer parte do encanto.

Em seu menu há influências e elementos de diversas cozinhas com ênfase, claro, na peruana e regional.

El Huacatay: Arica 620, Urubamba, Peru / Tel.: 51 974997590 / Horário de funcionamento: de segunda a sábado das 12h30 às 20h; domingo com cardápio de café da manhã.

Hacienda Huayoccari (entre Cusco, Pisac e Urubamba)

A Huayoccari é uma fazenda privada, localizada em uma estrada entre Cusco, Pisac e Urubamba.

Ter uma refeição por aqui é desfrutar da hospitalidade de uma tradicional família peruana. Cada comensal, individual ou em grupo, é recebido por um membro da família.

As refeições acontecem na mansão histórica, ao lado de uma rica compilação de cerâmicas e lindos jardins floridos com uma vista inigualável do vale de Urquillos e do Vale Sagrado.

Aqui há clássicos peruanos como truta, ají de gallina ou um suculento lomo saltado, assim como pratos regionais como sara lawa (sopa cremosa de milho branco andino) ou uma costeleta de porco. Sobremesas peruanas também fazem parte da experiência: volador, merengue de pinha, cheesecake com sabugueiro cultivado na propriedade.

Hacienda Huayoccari: Estrada Cusco-Pisac-Urubamba, entre os km 60 e 61 – Vale Sagrado dos Incas, Cusco, Peru / Tel.: +51 984690703 / Horário de funcionamento: almoço das 11h30 às 16h; jantar a partir das 18h.


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sexta-feira, 28 de abril de 2023

Machu Picchu: as maravilhas da misteriosa cidade sagrada Inca

A partir de Cusco, após mais de três horas a bordo de um trem que nos revela paisagens verdejantes do coração do Peru e ainda mais um trajeto de ônibus montanha acima, chegamos a um dos lugares mais misteriosos – e surpreendentes – do mundo: Machu Picchu.

Apelidada de “A Cidade Perdida dos Incas”, o local é uma cidadela do século 15 situada a 2.445 metros de altitude com uma história incerta. Ninguém sabe o propósito exato de suas instalações, o que por si só já é um convite para a imaginação e ao reconhecimento da engenhosidade arrojada desta civilização.

Uma das sete maravilhas do mundo moderno, Machu Picchu é uma das primeiras imagens que vêm à nossa mente quando pensamos no Peru, revelando sua importância e impacto mundo afora.

É também Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade da UNESCO, que destaca que é “provavelmente a criação urbana mais incrível do Império Inca em seu auge”, em que suas paredes gigantes, terraços e rampas parecem ter sido cortadas naturalmente.

A descrição acima é um prenúncio do que podemos ver aqui com nossos próprios olhos: templos, palácios, terraços, monumentos, complexos e muralhas, além de canais de água, todos construídos a partir de gigantescos blocos de pedra, sem nada que os ligue.

Toda esta arquitetura sofisticada nos faz, no mínimo, reverenciar ainda mais essa fascinante cultura, a qual pude entrar de cabeça durante as gravações da quinta temporada do CNN Viagem & Gastronomia, que, além de Islândia e Groenlândia, passou também pelo Peru.

Breve história

Construída ao redor do ano 1450, a cidade foi redescoberta em 1911 pelo professor norte-americano Hiram Bingham, o qual, de fato, apresentou Machu Picchu ao mundo e ficou impressionado por sua beleza e grandiosidade.

A estratégica localização no topo de uma alta montanha no vale do rio Urubamba, a cerca de 130 km de Cusco, antiga capital Inca, é de surpreender qualquer um, especialmente quando pensamos que tudo isso foi erguido neste espaço há mais de seis séculos, sem aquilo que entendemos hoje por tecnologia.

Interessante é que existem algumas teorias sobre o que Machu Picchu significou para os incas. Algumas falam que foi construída como um grande mausoléu para Pachacútec; outras afirmam que foi um importante centro administrativo e agrícola; ou ainda que pôde ter sido um ponto de ligação entre os Andes e a Amazônia peruana e também como um local de descanso para o governador inca.

Cidadela é rodeada de cenários verdejantes e foi importante para a agricultura no passado / CNN Viagem & Gastronomia

Mesmo com teorias à nossa volta, fato é que tudo por aqui é especial: escondida pela natureza durante muito tempo e toda feita de rocha, destaco seu absurdo nível de conservação, já que os espanhóis nem sequer passaram perto para a destruir – o contrário aconteceu com vários templos incas na cidade de Cusco.

Mas o que aconteceu com quem possivelmente habitava a cidade? Além da construção, há também teorias sobre o desaparecimento do povo de Machu Picchu. A mais aceita é que o povo daqui abandonou o lugar devido a uma nova doença trazida pelos espanhóis durante a colonização ou também possivelmente por conta de uma ordem para deixar o local.

Cercada de bosques, hoje Machu Picchu recebe aproximadamente 1,5 milhão de visitantes anualmente, segundo o órgão de turismo do país. O local possui mais de 30 mil hectares, em que encontramos ainda uma variada flora e fauna, áreas verdes e montanhas íngremes.

Da porta do sol aos terraços: o que ver

São várias construções para se encantar em uma visita em Machu Picchu. Mas atenção às exigências de entrada: deve-se comprar ingressos com antecedência, com horário marcado, contratar um guia e ainda ter passaporte em mãos. Somente o ingresso adulto para Machu Picchu custa atualmente cerca de 152 soles (cerca de R$ 204).

Em total, segundo o órgão de turismo do Peru, existem aproximadamente 196 pontos turísticos dentro da cidadela, entre complexos arqueológicos, praças, templos, fontes de água, monumentos e residências.

Importante ressaltar que a disposição de casas, templos e palácios segue critérios astronômicos, matemáticos e religiosos – estudos que os incas dominavam.

Entre as atrações da llaqta (cidade) de Machu Picchu, há o Intipunku, a Porta do Sol, a entrada original dos incas em Machu Picchu, com uma grande porta de pedras construída em relação ao solstício de verão.

Se a disposição permitir, a caminhada até a Porta do Sol garante vista de toda a cidade Inca – são cerca de 4 km de subida. O portal ainda é por onde chegam todos os viajantes que percorrem o Camino del Inca – de lá a vista panorâmica das alturas do santuário é de tirar o fôlego.

Já na cidadela, há o Templo do Sol, construção em forma circular usada em cerimônias relacionadas à morte.

A Praça Sagrada; a Intihuatana (pedra associada ao calendário Inca); o Templo das Três Janelas e os terraços agrícolas completam a experiência.

Vale lembrar que um dos principais trabalhos dos incas foi a agricultura, em que os terraços formavam um sistema muito inteligente para aproveitar a zona de cultivo.

De fato, ao percorrermos Machu Picchu, observamos dois setores bem marcados e divididos por um muro de aproximadamente 400 metros: um lado para fins agrários e outro mais urbanístico. A área agrícola é feita de terraços e plataformas que serviam para o cultivo de alimentos.

Há também a possibilidade de visitar os pico de Huayna Picchu (a montanha icônica ao fundo de Machu Picchu), que nos reserva vistas fenomenais para o entorno, mas exige ingresso separado.

Como chegar: uma viagem especial de trem

Cusco, a antiga capital do Império Inca, é a base para acessarmos as maravilhas de Machu Picchu. A maneira mais fácil e tradicional de chegarmos até o local é por meio de trem – mas expedições de trekking de vários dias também são opções para milhares de pessoas todos os anos.

A IncaRail e a PeruRail são companhias de trem que fazem o trajeto até a cidade de Aguas Calientes, a mais próxima de Machu Picchu, em uma viagem que leva em média três horas. Ao chegarmos na cidade, temos de terminar o trajeto por mais meia hora por meio de ônibus credenciados.

Tanto a IncaRail e a PeruRail possuem diferentes tipos de trens para a viagem, dos mais simples aos que possuem até tetos panorâmicos. O portfólio da PeruRail inclui o Belmond Hiram Bingham, trem luxuoso com selo da Belmond que sai da estação de Poroy – a meia hora de Cusco – e nos leva com todo o conforto até Aguas Calientes.

O trem, que recebe o nome do explorador que apresentou Machu Picchu ao mundo, é supersofisticado.

O serviço é feito em vagões reluzentes, com muito uso de madeira polida, e inclui refeição caprichada com direito até a truta limada de entrada e reinterpretação do anticucho, prato tradicional de Cusco e dos Andes peruanos.

Somente esta viagem já é superespecial: as paisagens dos janelões nos oferecem vistas espetaculares das montanhas e da selva à medida que desce às florestas tropicais ao longo do rio Urubamba, a 2,1 mil metros de altitude.

Há ainda um carro de observação, mobiliado com assentos acolchoados, perfeito para admirar a paisagem peruana pelo caminho. Vale dizer que a viagem a bordo do Hiram Bingham é mais cara que outras opções, saindo em média cerca de mil dólares (cerca de R$ 5 mil) em viagens de ida e volta.

A chegada em Aguas Calientes também é um capítulo à parte, já que a parada do trem é literalmente no meio da cidade. É um local bem simples, cheio de lojinhas e pessoas na rua.

Daqui pegamos um ônibus credenciado e percorremos uma estrada íngreme e tortuosa, em que os cenários são estonteantes. No caminho, é incrível pensar que os incas construíram todo um sistema e a cidadela nestas condições – isto no século 15.

Quando visitar Machu Picchu?

O Peru tem duas estações marcantes: seca e úmida. O inverno é o período seco, que vai de abril a outubro. Já o verão é úmido, com chuvas de novembro a março.

Machu Picchu é melhor de ser visitada no inverno, fora da estação chuvosa. De abril a junho ou setembro a outubro são as melhores épocas para visitar – pelo clima e para fugir dos picos de visitação (julho e agosto).

O tempo em Machu Picchu, porém, pode mudar várias vezes: de sol é possível que passe a chover. Ou seja, uma mala com peças impermeáveis e trocas de roupas é essencial. E não esqueça do tênis de caminhada.

*Fique atento à situação de segurança no Peru. A embaixada brasileira informa que entidades sindicais e agremiações políticas têm realizado manifestações e greves de duração indeterminada pelo país desde janeiro de 2023, com manifestações de maior intensidade em Cusco e outras regiões, com prejuízos de deslocamentos.


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Onde tomar um bom café espresso em São Paulo, por Dany Simon

Não há quem resista a um bom café espresso, ou pelo menos é o que eu gostaria de acreditar. Considero a forma perfeita de finalizar uma refeição, de iniciar um longo dia de trabalho, além de servir de pretexto para um papo agradável. Bebida cremosa, complexa, intensa e com acidez, ainda pode ser base para tantas outras, como macchiato, cappuccino, latte etc.

No país que é o maior produtor e exportador de café do mundo, e o segundo maior consumidor, é possível encontrar bons espressos em um número cada vez maior de cafeterias. Elas não param de se espalhar pelos bairros da cidade, sobretudo as que trabalham com cafés especiais, aqueles com qualidade e rastreabilidade.

Sabe aquele espresso do boteco, transbordando na xícara, pelando, forte, tal qual minha avó gostava? Entendo que possa fazer o gosto de muitos e esteja no imaginário popular, porém não é a versão tradicional italiana desta bebida, que não é tão simples de ser extraída adequadamente. E veja, não estou falando da bebida encapsulada. Há temperatura e pressão específicas para extração, assim como duração média para o processo. Além disso, a moagem do grão precisa ser fina, o líquido deve ter cerca de 30ml e necessita ter crema, aquela espuma de coloração mais clara, que ajuda a manter o aroma e a temperatura do café.

A primeira máquina de espresso conhecida surgiu em 1884 na Itália, foi patenteada por Angelo Moriondo, um inventor nascido em Turim, e utilizava vapor e água para obter o café. Mas a estreia do espresso foi na Feira Mundial em Milão, em 1906, em uma máquina com uma caldeira vertical que preparava o café em segundos, criada por Luigi Bezzera e Desidero Pavoni. Depois, o espresso se espalhou pela Itália no pós I Guerra Mundial, e depois as máquinas passaram a ser exportadas para outros países. E foram se desenvolvendo cada vez mais, até chegar aos dias atuais.

Confira onde tomar excelentes cafés espressos em São Paulo:

the little coffee shop

the little coffee shop foi a precursora das pequeninas cafeterias que estão tão na moda por São Paulo / Dany S.

Precursora das pequenas cafeterias, está aberta desde 2014 e trabalha apenas com cafés com o espresso como base, o que poderá mudar. Além das opções clássicas como o delicioso espresso ou o macchiato, servem espresso tônica, iced cumaru latte e iced garapa, isso mesmo, café com caldo de cana, e fica ótimo. Para comer, o destaque é o crackinho e há outros docinhos, como tortas e bolos. Oferecem também cursos relacionados a este universo, como a “Maratona de Cafeteria”, para potenciais empreendedores do ramo, e o “Por que abrir (ou não) uma cafeteria?”, além de mentorias.

the little coffee shop: R. Lisboa, 357A – Pinheiros, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: terça a sábado, das 12h às 17h29. Não abre às segundas e domingos. 

KOF – King of the Fork

 

Cafeteria de cafés especiais que leva o tema bike muito a sério, inclusive o sócio é um biker assíduo. Há sempre diferentes opções de grãos para os coados e o espresso é sempre duplo. Vale também conhecer o cold brew da casa. Quanto aos quitutes, torrada de pasta de amendoim da casa e geleia, cookies (são os preferidos do Rafael), cinnamon roll, banana bread, pão de queijo, croissant, sanduíche copa e brie ou pastrami.

KOF – King of theFork: R. Artur de Azevedo, 1317 – Pinheiros, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 19h, e sábado, das 9h às 17h e Rua Cunha Gago, 635 – Pinheiros, São Paulo -SP / Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 12h às 19h, e sábado, das 9h às 14h. 

Fora da Lei Café

Cafeteria localizada no Paraíso. Lá o espresso é servido no copo de vidro, e há outros métodos como a chemex, aeropress, v60 e prensa francesa. Torça para dar sorte como eu dei e pegar o pão de queijo recém-saído do forno, é uma perdição. Oferecem também muffin salgado, croissant, tortas, entre outros. Entregam pacotinhos de café, isso pode ser valioso.

Fora da Lei Café: R. Cubatão, 131 – Paraíso, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 18h, domingo, das 11h às 17h, e feriados, das 10h às 16h. 

cá entre nós café

cá entre nós café, na Vila Romana / Dany S.

Agradável e iluminada cafeteria na tranquila Vila Romana que recém se mudou para o bairro da Pompeia. Os cafés coados podem ser servidos quentes ou gelados (o espresso sempre quente). Nos quitutes serve pão de queijo bem molhadinho, bom queijo quente, quiches de diferentes sabores, incluindo cebola caramelizada, croissant, pain au chocolate, choux, cookies, muffins, entre outros.

cá entre nós café: R. Aurélia, 950 – Pompeia, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h, sábado e feriados, das 9h às 16h. Não abre aos domingos.

Takkø Café São Paulo

Takko especializada em cafés especiais desde 2014 / Dany S

Cafeteria pioneira, que já teve outro nome e já ocupou outro imóvel, trabalha com cafés especiais desde 2014. Em frente à Praça Rotary, na Vila Buarque, serve seus cafés com maestria, filtrados ou não, e tem um ótimo matcha latte com leite vegetal (aveia). A cozinha está com o cardápio renovado e conta com opções como o pão de queijo com kimcheese, tuna melt e torrada com salada de ovos.

Takkø Café: R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: terça a sexta, das 8h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h. Não abre às segundas-feiras. 

Bogo Café®

Bogo Café, no Jardins / Dany S.

Cafeteria com torrefação própria, localizada no Jardim Paulista. É possível sentar-se no balcão vermelho, mesma cor das cortinas próximas a ele, ou nas mesinhas espalhadas pela agradável casa. Trabalham com pequenos produtores de café que focam na sustentabilidade, são cerca de 17 atualmente. Para comer, cookie, brownie, entre outros.

Bogo Café®: R. Batataes, 132 – Jardim Paulista, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h, sábado e domingo, das 12h às 18h. Não abre nos feriados. 

Clemente Café

Fachada da Clemente Café, na Vila Mariana / Dany S.

Numa simpática esquina na Vila Mariana, fica localizada a gostosa casa cheia de plantas que abriga esta cafeteria. Além do espresso, que é servido em um copo de vidro e dos cafés coados, há também o mate, com a erva orgânica tostada e um toque de limão. Para comer, pão de queijo, croissant, focaccia, empanadas, quiches, bolos e cookies.

Clemente Café: R. Dr. Diogo de Faria, 315 – Vila Mariana, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 18h, e sábado, das 10h às 18h. Não abre aos domingos. 

bori café

Balcão do Bori Café / Dany S.

Pequena cafeteria minimalista localizada na Liberdade, com um balcão e algumas mesinhas. Fora o espresso, há também opções de coados. Para comer, pão de queijo, croissant, cookies, pain au chocolate e parcerias que mudam ao longo das semanas. Nas gôndolas, além dos pacotinhos de café embrulhados com esmero, geleias e chocolates, camisetas e bonés.

bori café: R. São Joaquim, 293 – Liberdade, São Paulo – SP / Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 16h. Não abre aos domingos e segundas.

*Os textos publicados pelos Insiders e Colunistas não refletem, necessariamente, a opinião do CNN Viagem & Gastronomia.

 

Dany Simon

Dany Simon é sócio do badalado Cora, consultor financeiro e um alucinado por bons cafés / Divulgação

Dany Simon é economista e financista, mas encontrou na gastronomia a sua grande paixão. Sócio operacional do restaurante Cora, atua como consultor financeiro, estratégico e de serviço de café para negócios de alimentos e bebidas. Também faz curadoria de conteúdo, por exemplo em seu perfil no Instagram, @danythesimon.


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