sexta-feira, 31 de março de 2023

Os melhores ovos de Páscoa de SP: confira os ganhadores da degustação de 2023

A Páscoa chegou e, junto dela, a tradicional Degustação de Ovos de Páscoa do CNN Viagem & Gastronomia também já está entre nós.

De pequenas chocolaterias boutique, docerias tradicionais até grandes marcas com unidades espalhadas pela capital paulista, neste ano foram selecionados e degustados 44 ovos de Páscoa.

Para ajudar na prazerosa tarefa, nossa apresentadora Daniela Filomeno e o time do CNN Viagem & Gastronomia reuniram na redação uma turma de peso – que não dispensa um bom chocolate – para avaliar um a um. Os ovos passaram por uma seleção prévia feita pelo time CNN.

O time de jurados contou com Bianca Mirabilli, chef pâtissier do premiado Evvai; Luana Sabino, do mexicano Metzi, também na lista do 50th Best Latin America; e a personal chef Luiza Zaidan. Entre os influenciadores estavam Tamyris Roxo, Mariana Mallemont, Lilian Sá, Miriam Adabo, Ana Carolina Varandas e Alexandre Guerra. A jornalista Beatriz Marques e o colunista Gabriel Perline..

Foram provados ovos de diferentes tamanhos, pesos, sabores e recheios, em que os valores partem de R$ 82,50 e podem chegar a R$ 388.

Veja os dez primeiros colocados na degustação para definir o melhor ovo de Páscoa de São Paulo:

  1. Renata Arassiro
  2. Petit Fleur
  3. Mica de batata frita
  4. Carmella
  5. Cora Patisserie
  6. Casaria
  7. Pati Piva
  8. Dengo
  9. Chocolat du Jour
  10. Hanami Confeitaria

Entre os exemplares, o time do CNN Viagem e Gastronomia experimentou ovos de chocolate branco, chocolate belga e trufado – tiveram até o de gorgonzola com doce de leite e nozes e também de cachaça e cupuaçu. A categoria dos ovos escolhida para este ano foi Casca recheada e algum elemento além do chocolate. Por exemplo, ovos com castanhas, frutas, geleias, doce de leite, entre outros.

Os recheados também se destacaram: brigadeiro, maracujá com manjericão, ganache de pistache e torta de limão siciliano com pistache foram algumas delícias provadas.

Ovo de Renata Arassiro, com Casca de chocolate ao leite recheada com Carma Gold Quintin, caramelizado com notas de doce de leite, paçoca, amendoins crocantes, creme de amendoim e biscoitos tipo massa folhada / CNN

Os critérios avaliados foram: paladar (sabor), textura e equilíbrio. Cada participante deu uma nota de zero a cinco em cada tópico, reunindo assim uma pontuação total para cada produto.

Veja os ovos participantes da degustação em ordem alfabética:

Açucareiro da Nana Ovo Garapa com café 350g R$ 265
Amor aos Pedaços Ovo de chocolate com recheio de brigadeiro 300g R$ 89
Aya Chocolates Ovo de Páscoa Ao Leite 46%, feito com chocolate artesanal (Bean To Bar), saborizado com raspas de cumaru (uma especiaria da Amazônia) e um leve toque de flor de sal. Como recheio, acompanha lascas do mesmo chocolate com pedaços de torrone artesanal 270g R$ 129,90
Brigadayros Ovo de chocolate branco com recheio de ganache de pistache 550g R$150
By Kim Ovo branco com caramelo de maracujá 1kg R$ 185
Cacau Noir Ovo chocolate meio amargo com recheio de caramelo e flor de sal 400g R$ 119,90
Carmella Ovo ganache de café 400g R$ 299
Carole Crema Ovo pipoca com caramelo 500g R$ 159
Casa Santa Luzia Ovo de chocolate meio amargo recheado com crocante de Oreo 350g R$ 150
Casaria Chocolate meio amargo, caramelo salgado, amendoim e ganache meio amargo 600g R$ 135
Chocolat du Jour Ovo au Lait com casca recheada de macadâmias caramelizadas recheado com choco damia. 400g R$ 344
Chocoteca Bars Ovo ganache de chocolate semi amargo com pedaços de honeycomb e metade gianduia finalizado com avelãs caramelizadas 250g R$ 150
Confeitaria Dama Ovo Vinho do Porto com figo 430g R$ 198,90
Cora Pâtisserie Ovo Amêndoas, caramelo e flor de sal 450g R$ 220
Cuore di Cacao Ovo de gorgonzola, doce de leite e nozes 320g R$ 229
Danielle Andrade Ovo de chocolate meio amargo com caramelo e biscoito Lotus 850g R$ 355
Dengo Ovo recheado de especiarias 340g R$ 190
Empório Santa Maria Ovo branco com cookies e creme de avelã 350g R$ 149
Flavorati Ovo wafer de pistache 270g R$ 92
Gallette Chocolates Ovo Nápoles: casca de chocolate com dois recheios. Metade Limoncello e outra metade Gianduia folhada 300g R$ 114
Gelato Boutique Ovo caramelo 250g R$ 139
Grand Cru Ovo de chocolate trufado de vinho do Porto 300g R$ 149,90
Hanami Confeitaria Ovo de chocolate meio amargo com recheio de creme de avelã e leite folhado 450g R$ 179
Kopenhagen Ovo de chocolate ao leite com caramelo de Pistache 400g R$ 144,90
Le Blé Casca maciça de chocolate amargo belga 54% e, dentro, um ovo miniatura recheado de ganache de amendoim 500g R$ 120
Levena Ovo de chocolate amargo recheado de maracujá com manjericão 550g R$ 140
Lindt Ovo trufado 450g R$ 169,90
Lu Chocolates Ovo Crispy Belga 700g R$ 228
Lugano Ovo chocolate ao leite com chocolate branco, pistache e cranberry 200g R$ 89,90
Made by Nina Ovo de chocolate branco com recheio de torta de limão siciliano com pistache 350g R$ 169
Mariana Junqueira Ovo de chocolate belga com cocoda branca 650g R$ 388,80
May Macarons Ovo crocante de chocolate ao leite com casquinhas de macarons recheado com ganache de pistache 300g R$ 210
Mestiço Chocolates Ovo Cachaça e cupuaçu 350g R$ 175
Mica Ovo de chocolate ao leite, duja de castanha de caju com chocolate branco e a crocância da batatinha chips 460g R$ 248
Nestle Ovo Kit Kat casca recheada 350g R$ 82,50
Ofner Ovo ao leite com recheio de pistache 300g R$ 149
Opera Ganache Ovo de chocolate intenso com creme de avelã branc 350g R$ 170
Pati Piva Ovo caramelo com praliné de pistache 600g R$ 348
Petite Fleur Ovo crocante de Nutella 500g R$ 280
Priscila França Ovo Cajuzinho 410g R$ 182
Renata Arassiro Casca de chocolate ao leite recheada com Carma Gold Quintin, caramelizado com notas de doce de leite, paçoca, amendoins crocantes, creme de amendoim e biscoitos tipo massa folhada 550g R$ 375
Tchocolath Ovo trufado de limão siciliano 400g R$ 198
Vila Anália Patisserie Ovo de caramelo do chef Pedro Frade 500g R$ 195
Zulcare Ovo cremino café e cremino laranja 500g R$ 210

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Dominique Crenn: conheça a primeira e única chef com três estrelas Michelin nos EUA

Em meados de um janeiro ensolarado nas Ilhas Cayman, Dominique Crenn deu entrevistas vestida com uma regata com o rosto da cantora norte-americana Whitney Houston. Aqueles não familiarizados com o nome da chef francesa podem começar a entendê-la pela vestimenta, já que a escolha pode ser interpretada como uma dica de sua própria figura.

Considerada uma das melhores cantoras de todos os tempos, a personalidade forte e destemida de Whitney é também um reflexo dos traços encontrados em Dominique Crenn, a primeira mulher – e a única até o momento – a ter três estrelas Michelin nos Estados Unidos.

Mas os reconhecimentos não param por aí: ela já foi eleita a Melhor Chef Mulher do mundo em 2016 pelo 50 Best, mesma instituição que lhe deu o prêmio de Ícone em 2021 e que garantiu no ano passado o 48° lugar ao seu restaurante entre os 50 melhores do mundo.

Hoje, seu negócio em São Francisco também aparece entre os restaurantes mais bem ranqueados do mundo na relação do La Liste 2023.

“Comida é arte”

Com tantos títulos, é de se esperar que sua conexão com a arte vá além da admiração pela cantora norte-americana. A ligação já começa no nome de seu restaurante, o Atelier Crenn, que carrega a palavra ateliê, local de experimentação e produção de arte.

Da concepção dos pratos até a apresentação, este é o conceito que impulsiona a visão moderna que a chef tem sobre a cozinha francesa.

“Comida é arte. Qual o significado da arte para você? Para mim, a arte é uma forma de ter um propósito de contar histórias e ser algo maior que tudo isso. Se a sociedade não tivesse arte, ela não existiria. Comida é arte e energia. É vibração”, afirma Crenn ao CNN Viagem & Gastronomia durante a 14ª edição do festival Cayman Cookout.

O evento gastronômico acontece anualmente no luxuoso hotel The Ritz-Carlton, Grand Cayman, nas Ilhas Cayman, e tem ninguém menos do que Eric Ripert como anfitrião, também três estrelas Michelin e amigo de longa data de Dominique, a qual já participou de outras edições anteriores.

Chefs de renome mundial se reúnem nas areias da Seven Mile Beach, considerada uma das praias mais bonitas do planeta, e transformam o destino caribenho num paraíso para os foodies – uma nova edição já é esperada para a segunda semana de janeiro de 2024.

Dominique Crenn, ao centro, posa ao lado de renomados chefs, como José Andres e Eric Ripert, no festival Cayman Cookout de 2023 / Rebecca Davidson Photography

Na edição deste ano, que ocorreu em meados de janeiro, a chef levou um pouquinho de seu Atelier Crenn para o Caribe com uma demonstração culinária para uma plateia ávida por suas dicas e também com um almoço harmonizado no restaurante Blue by Eric Ripert, primeiro restaurante sob assinatura de Ripert fora dos EUA.

A ocasião preconizou a “poética culinária” defendida por Crenn, em que a poesia e a história por trás do prato são tão importantes quanto ele próprio.

“Cada um de meus pratos é bem artístico e emocional”, explica a chef.

Da França à “terra da inovação”

Dominique cresceu na França ao lado dos pais adotivos, originários da região da Bretanha. Mesmo com pouca idade, ela já os acompanhava em jantares em restaurantes refinados, uma vez que seu pai foi um proeminente político.

A partir daí, seus gostos culinários foram afinados com o tempo. Mais tarde, quis entrar para uma escola de gastronomia no país de origem, mas adiou os planos quando lhe disseram que a indústria não seria frutífera para ela, já que o setor era dominado por homens.

Foi na década de 1990 que cruzou o Atlântico e se mudou para os Estados Unidos a fim de perseguir a vocação gastronômica. Atraída pela diversidade e inovação, desembarcou em São Francisco, na Califórnia.

“São Francisco tem sido um destino gastronômico poderoso há muito tempo. Quando cheguei, Jeremiah Tower, o primeiro chef com quem trabalhei, estava quebrando barreiras culinárias”, recorda a chef. “A Califórnia era inovação”, complementa.

Na época, Jeremiah Tower comandava o Stars, que foi um dos restaurantes mais famosos da área da Baía de São Francisco. Foi lá que, mesmo sem treinamento formal nem diploma na área, Dominique pediu um emprego ao chef. Era o começo de uma carreira que, mais tarde, lhe renderia muitos frutos.

Em 1996 veio uma mudança: fincou os pés na Indonésia como chef-executiva do restaurante de um hotel de luxo na capital Jakarta. A empreitada durou apenas dois anos, mas fez barulho por ter sido um restaurante composto somente por mulheres.

“Sou apenas uma ferramenta”

De volta aos Estados Unidos, trabalhou como chef por mais de uma década em diferentes endereços, até que em 2011 abriu seu projeto pessoal baseado em sua visão gastronômica.

Nascia então o Atelier Crenn, aberto ao lado do chef pâtissier Juan Contreras, que, anteriormente, trabalhou anos a fio ao lado da chef. A inauguração também foi uma forma de homenagear o pai de Crenn, que, além de político, era um bom pintor, na visão da chef.

A abertura aconteceu em janeiro daquele ano. Em menos de um ano, em outubro, veio a primeira estrela Michelin. No ano seguinte, mais uma estrela para a conta. Assim, a história estava feita: foi a primeira chef mulher nos Estados Unidos a ter tal distinção.

Batendo o próprio recorde, a terceira estrela veio em 2018. Hoje, a casa conta também com uma estrela verde, reconhecida por sua dedicação à gastronomia sustentável.

Com tantos títulos à sua volta, muitos deles relacionados ao fato de ter conquistado novos paradigmas como uma chef mulher, Dominique pensa que seu status é, na verdade, uma ferramenta.

Quando eu cresci não vi muitas mulheres que se parecessem comigo. E é muito importante se conectar a isso. Estou usando minha plataforma e meu status de celebridade não para mim, mas para outras mulheres e também para outras minorias

Dominique Crenn

Quando questionada se abriu um caminho para uma geração de meninas e mulheres na gastronomia, a profissional se desloca de um lugar de liderança.

“É justo dizer que não quero dar crédito a mim mesma por ter aberto [este caminho]. Quero dizer que fui uma ferramenta para trazer uma referência minha para essas meninas. Muitas mulheres tentaram fazer isso, e não quero receber nenhum reconhecimento por isso. Sou apenas uma ferramenta, estou apenas ajudando e quero continuar fazendo isso”, salienta Crenn.

Suas duas filhas, na faixa dos oito anos, também estão na mira. “Quero continuar fazendo isso porque tenho que dizê-las que você pode fazer qualquer coisa que sonha e que seu coração te diga. Então, para mim, quero dar esse espaço para dar confiança”, sintetiza.

Hoje, além de seu restaurante principal, ela também é o nome por trás de outros dois endereços em São Francisco: o Petit Crenn, que honra sua avó e as raízes na Bretanha, e também o Bar Crenn, vizinho ao Atelier Crenn e que possui uma estrela Michelin – ali é possível provar uma versão reduzida das criações da chef.

Novos ares

Dominique Crenn na cozinha de seu Atelier Crenn em 2013 / City Foodsters/Flickr

Se São Francisco já foi um berço para inovação, então o que a cidade é hoje? A chef acredita que ela mantém essa alcunha, mas de uma maneira evoluída.

“Temos o Benu, o Saison, o Atelier Crenn, o Bar Crenn, o Queens, o SingleThread, até o The French Laundry. Todos esses lugares ainda estão fazendo coisas diferentes. Mas posso dizer que a cena é melhor do que já foi, porque quando você evolui, você não é melhor do que antes: você apenas aprende com a experiência e se torna diferente”, avalia Crenn.

Em resumo: a cena gastronômica de São Francisco evoluiu. “Mas a razão pela qual estou aqui hoje é por causa do trabalho que outras pessoas fizeram”, destaca.

Assim como a cidade e a Califórnia, seu restaurante também passou por uma transformação. Depois de uma remodelação, o Atelier Crenn reabriu no mês passado com novo design e menu.

Os pratos, que abraçam o pescetarianismo e são não-lácteos, são, mais do que nunca, inspirados na fartura da Califórnia, com destaque para suas plantas, peixes e frutos do mar, levando à mesa também uma história pautada nas paisagens geográficas e culturais da região.

Quem quiser um gostinho da proposta deve desembolsar US$ 475 por pessoa (cerca de R$ 2.450) pelo menu-degustação.

Entre os cerca de 12 tempos estão itens como ostra, tacos de cenoura e pastinaca, “sorvete” de caranguejo, biscoito de caranguejo e dashi, tempurá de shissô, Sourdough e Dutch Crunch (pães de sucesso em São Francisco), abalone de Monterey e black cod, peixe que habita o Pacífico Norte, para citar alguns.

Certos produtos orgânicos são provenientes da fazenda da própria chef, a Bleu Belle Farm, em Sonoma. As plantações têm princípios biodinâmicos e uma relação simbiótica com as plantas ao redor. Compostos alimentícios do restaurante também viram adubo por ali.

E, mesmo com as novas mudanças, uma já conhecida criação de Crenn não sai do cardápio e “deve ficar lá para sempre”, segundo a chef. É o Kir Breton, prato que ela considera como “o mais artístico e emocional” dentre todos.

“Kir Breton é uma bebida que minha mãe costumava fazer quando os convidados iam à nossa casa. É feito com creme de cassis e sidra da Bretanha; também há uma versão com vinho branco”, explica a chef.

Em suas mãos, o Kir Breton ganhou formas e métodos ousados. E já virou um dos pratos-assinatura do Atelier Crenn, o qual inicia o novo menu-degustação.

“O que fizemos com o Kir Breton foi criar uma forma extremamente inovadora de se fazer um coquetel. O encapsulamos dentro de uma casca de cacau, que dentro leva as sidras. Por cima colocamos uma marmelada de licor de cassis. Assim, você fecha os olhos, coloca na boca e sente a explosão do líquido”, discorre Dominique.

Kir Breton de Dominique: tradicional coquetel é reimaginado em cápsula de cacau e marmelada de licor de cassis / Reprodução/Instagram

Além do menu, o interior da casa na rua Fillmore, na área do bairro de Cow Hollow, ganhou toques minimalistas e foi realçado com tons de madeiras naturais. Quem está por trás do projeto é o designer Ethan Tobman, que Crenn conheceu durante as gravações do filme “O Menu”, lançado no fim do ano passado e disponível no Brasil no Star+.

Indicado a dois prêmios Globo de Ouro e protagonizado por Anya Taylor-Joy e Ralph Fiennes, Dominique foi a chef-consultora do longa, em que recriou alguns pratos de seu ateliê e provou que sua veia artística também atravessa a sétima arte.

Aqui surge uma curiosidade: todos os pratos do filme são reais, sem uso de adereços ou comidas falsas. A ideia foi transmitir a emoção dos atores enquanto apreciavam algo saboroso.

À la brasileira

Penso que o Brasil precisa ter uma voz. Acho um país poderoso

diz Dominique em relação ao território e à gastronomia brasileira

Mesmo nunca tendo pisado em solo nacional (“é meu sonho ir ao seu país!”), a chef nutre uma amizade com Alex Atala e Manu Buffara, ela eleita no ano passado como a melhor chef mulher da América Latina.

Uma postagem de 2021 nas redes sociais de Dominique confirma a relação entre os chefs e mostra um momento descontraído.

Na cozinha do Atelier Crenn, ela disputa uma queda de braço com os dois chefs brasileiros e ainda posa para uma foto com Rubens Catarina, chef-executivo do Grupo D.O.M.

No início de 2019, Atala e Buffara saíram de suas cozinhas em São Paulo e Curitiba para participar de um jantar especial a convite da própria Dominique no Atelier Crenn. A ocasião fez parte de uma série de jantares que a francesa realizou para promover trocas de experiências com chefs renomados de todos os continentes.

Alex Atala junto de Dominique Crenn e equipe em jantar no Atelier Crenn em 2018 / Reprodução/Instagram

Sal, picles e anchovas

Apesar dos pratos rebuscados do menu degustação da chef, a lista do que não pode faltar em sua casa é simples. Sal é indispensável na despensa. Já na geladeira, picles de pepino e anchovas são essenciais.

Por fim, a chef ensina um de seus prazeres. “Você pega uma baguete, algumas anchovas, picles e sal”. Simples assim.

“Você pode sempre contar com isso. Sal pode fazer várias coisas. Pode servir para cozinhar e também para curar”, finaliza a chef.


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Charme e conforto no campo: oito opções de hotéis-fazenda para aproveitar a Semana Santa

Ideais para quem quer fugir da correria da cidade grande e respirar ar puro, os hotéis-fazenda brasileiros são opções de hospedagem que oferecem atividades para todas as idades e gostos, além de serem ótimos para quem quer ter conforto aliado ao contato com a natureza.

A viagem, que pode ser feita só por uma pessoa, em casal ou com crianças, se debruça no que antes eram fazendas de café e residências oficiais dos tempos do Império. Muitas das propriedades, inclusive, contam uma parte importante da história do Brasil.

Uma pesquisa recente encomendada e divulgada pelo Google mostra que as viagens mais curtas estão entre as novas tendências do turismo nacional, feitas com veículos terrestres e com uma maior preocupação com a hospedagem. Nesse quesito, hotéis-fazenda no eixo Rio de Janeiro-São Paulo-Minas Gerais são perfeitos.

Esse tipo de hospedagem conta com hotéis sofisticados que levam requinte para o campo, proporcionando experiências de turismo de luxo, ou ainda propostas mais singelas, que criam a atmosfera ideal para quem busca conforto com simplicidade.

A seguir, selecionamos oito hotéis-fazenda incríveis e aconchegantes para aqueles que buscam uma experiência no campo:

Fazenda do Serrote (MG)

Fazenda do Serrote, em Minas. é convite a se desligar da vida urbana / CNN Viagem & Gastronomia

Localizada em Santo Antônio do Aventureiro, em Minas Gerais, a Fazenda do Serrote transpira história. Redescoberta quase cem anos depois de ter se reduzido a ruínas, fica no seio da Zona da Mata Mineira, em um vale por onde passavam contrabandistas de ouro da Coroa portuguesa.

Reerguida em 1996 pela carioca Ana Paula Vasconcelos e o pernambucano Flávio Lira, o hotel, que fica em um casarão de 1905, virou queridinho de artistas, sendo frequentado por celebridades como Marisa Monte e Adriana Calcanhoto.

Por lá, tudo tem estilo rústico, desde o ofurô de pedras com água aquecida a lenha (que foi revelado em uma escavação arqueológica), até a sauna construída com madeira de demolição e pedras com aroma de capim-limão. O cenário inspira os hóspedes a se desligarem da vida urbana. Não há sinal de celular e os quartos não possuem televisão (mas calma – há TVs e Wi Fi disponíveis nas áreas comuns do casarão principal).

A diária cobre pensão completa, com receitas tradicionais de família que se misturam à culinária contemporânea, com sabor e leveza pensadas pela chef Luzia Zoffoli. Saladas são produzidas com folhas e legumes retirados da horta própria.

Há um menu infantil especial que é servido aos pequenos com ajuda da equipe de recreação e, para os adultos, é praticamente obrigatório experimentar as caipirinhas de capim-limão e de cana de açúcar.

Com extensa área de lazer, as dependências do hotel contam com piscina para crianças e adultos, uma prainha no lago com peixes, além de atividades como cavalgadas, tirolesa, arvorismo, passeio de barco, trilhas, pescaria, academia e salão de jogos. Há ainda massagem e manicure ao ar livre, que são cobradas à parte.

Fazenda do Serrote: Zona Rural, Santo Antônio do Aventureiro – MG / WhatsApp: 98932-3536. 

Hotel Fazenda Dona Carolina (SP)

Casarão e jardins da Fazenda Dona Carolina
Detalhes do casarão centenário e dos jardins que fazem parte da extensa propriedade do Hotel Fazenda Dona Carolina (Foto: divulgação)

Dentro de uma área verde de 100 hectares em Itatiba, a cerca de 100 quilômetros de São Paulo, a fazenda centenária onde está o Dona Carolina conta com um cenário de tirar o fôlego.

Construída em 1872, a então fazenda Jaboticabal foi uma importante produtora de café e pioneira no movimento abolicionista no Brasil. Proprietária das terras, a abolicionista Dona Carolina libertou os escravos de sua fazenda e concedeu a eles um terreno com tamanho equivalente ao da propriedade em que vivia antes da assinatura da Lei Áurea em 1888.

Depois que faleceu, em 1919, Dona Carolina emprestou seu nome ao local, mas passariam quase 80 anos até que a antiga propriedade fosse transformada no sofisticado hotel que é hoje.

O empreendimento é cercado por uma Área de Preservação Ambiental da Mata Atlântica, que oferece aos visitantes uma amostra da fauna e flora da região. Centenas de espécies de plantas nativas, aves e animais típicos da região podem ser observados dos cômodos.

Suas acomodações foram projetadas para integrar natureza e história em ambientes de estilo clássico. Passeios de charrete e cavalgadas compõem a programação, que também conta com aulas de equitação para iniciantes e experientes. Destaque vai para a experiência de conhecer todo o processo de produção do café e da cachaça, além do farto café da manhã colonial.

As opções de culinária são variadas. O café da manhã pode ser desfrutado no Café do Bosque, enquanto o restaurante Seo Oscar oferece uma leitura contemporânea dos sabores da fazenda. Há ainda os sofisticados pratos do Restaurante Cavalariça e as opções de visita à cachaçaria e ao Bar Piano.

O conjunto da obra deu ao hotel o Certificado de Excelência e prêmio de melhor Resort de Luxo e para Famílias, segundo o TripAdvisor.

Fazenda Dona Carolina: Estrada Municipal Manoel Stefani Km 39,5 da Rodovia Alkindar Monteiro Junqueira – Rodovia Itatiba – Bragança Paulista / Tel.: (11) 4534-9100

Santa Clara Eco Resort (SP)

Piscina-praia do Santa Clara Eco Resort
Piscina-praia dentro do Santa Clara Eco Resort, ideal para famílias se desconectarem da vida agitada dos centros urbanos (Foto: divulgação)

Localizado na pequena cidade de Dourado, com apenas 9 mil habitantes e a 270 km da capital paulista, o Santa Clara Eco Resort promete ser um destino completo para quem busca uma experiência sofisticada no campo. Eleito por três anos consecutivos como o melhor hotel do Brasil e América do Sul pelo site TripAdvisor, o Santa Clara Eco Resort está também entre os melhores para famílias.

Construída no início do século 20 pela família do presidente Washington Luís, a sede do hotel fica em uma área com 360 hectares e uma estrutura completa de lazer. Por ser uma fazenda, oferece uma culinária variada, com pratos balanceados e variados com diversos tipos de carnes, peixes, massas e saladas colhidas da própria horta. Pães, bolos, queijos, geleias e doces caseiros são servidos frescos nas refeições.

Entre as atividades de lazer estão hipismo, arco e flecha, cavalgadas, escalada, arborismo e tirolesa. Há, ainda, atividades direcionadas para crianças, adolescentes e adultos. As trilhas ecológicas prometem deixar de queixo caído os amantes da natureza. A fazenda possui áreas de florestas intocadas, duas cachoeiras, vales e nascentes.

Para quem gosta de desfrutar spa e piscina, essas opções também são contempladas. Enquanto os pequenos se ocupam com a programação do hotel, os pais podem relaxar no spa.

Com 490 metros quadrados, o espaço oferece massagens, banhos, tratamentos para desintoxicação, esfoliação e modelagem do corpo feitos por profissionais treinados pela marca francesa e com seus produtos.

Santa Clara Eco Resort: SP-215, s/n, Dourado – SP / Tel: (16) 3345-9999

Hotel-Fazenda Igarapés (MG)

A 45 minutos de Belo Horizonte, o Hotel Igarapés é o destino ideal para as famílias que querem escapar da rotina da cidade no fim de semana. Com culinária típica, natureza bucólica e animais rurais, o hotel oferece acomodações para variadas experiências.

Entre as opções disponíveis estão suítes; um charmoso bangalô com vista para o lago e uma varanda integrada ao quarto; chalé ou mesmo casas que contam com mais de um quarto e são ideais para dividir com os amigos.

O lugar oferece café da manhã, almoço, chá da tarde e jantar ao estilo da culinária mineira. No Igarapés, a gastronomia resgata receitas tradicionais, inspiradas nas antigas fazendas de Minas Gerais, com ingredientes selecionados.

No site oficial do empreendimento, o recado é claro: “Comer bem será uma das suas principais atividades por aqui”.

As atividades ao ar livre também são variadas e incluem passeio a cavalo, passeio de barco, atividades com animais, pescaria e recreação para os pequenos. As instalações do hotel oferecem, além disso, piscina e salão de jogos.

Hotel-Fazenda Igarapés: Estrada do Retiro, 1000 – Igarapé – MG / WhatsApp: (31) 99843-0938 

Fazenda União (RJ)

Café da manhã na Fazenda União, em Rio das Flores (RJ)
Café da manhã completo à beira do lago na charmosa e histórica Fazenda União (Foto: divulgação)

Em Rio das Flores, pequeno município localizado na região do Vale do Café, no Rio de Janeiro, construções históricas em fazendas centenárias fazem parte de roteiro de turismo que proporciona uma viagem no tempo.

A Igreja Matriz de Santa Tereza D’Avila, onde Santos Dumont e sua irmã foram batizados, se mistura ao cenário com casarões do século 19, cercado por natureza exuberante. É nesta paisagem que está a Fazenda União, hotel-fazenda com um espaço de mais de 140 hectares e um casarão erguido em 1836 em pau a pique sobre pedra. Hoje a construção recebe hóspedes em perfeito estado de conservação.

Divididas em cinco categorias, dentro e fora do casarão histórico estão as 22 suítes do empreendimento. Detalhes como a mobília original do ciclo cafeeiro, decoração inspirada nas vilas do século 19 e roupas de cama de fios egípcios compõem o estilo clássico das acomodações, sem deixar de lado o conforto do século 21, com ar-condicionado, frigobar, televisão e lareira digital.

A equipe do hotel prepara todos os dias as refeições com alimentos frescos e artesanais, de produção própria ou colhidos na fazenda.

A programação do hotel é variada e contempla atividades típicas deste tipo de destino, como cavalgadas, trilhas, ordenha de vacas para as crianças, pescaria, contato com os animais (uma jumenta chamada Ana Bella é a pequena mascote do local), passeios em quadriciclos e duas piscinas, uma delas aquecida.

Mas há também atividades como mini golfe, tênis, vôlei de areia ou simplesmente um bar na piscina, sauna e redes para descanso.

Fazenda União: Estrada do Abarracamento (RJ – 135), Km 25, Abarracamento – Rio das Flores – RJ / WhatsApp: (21) 99911-1210. 

Fazenda Santa Vitória (SP)

Café da manhã caprichado é servido no jardim da fazenda / Tina Bini

Na cidade de Queluz, no Vale do Paraíba paulista, em uma antiga aldeia de índios Puris e próximo à Trilha do Ouro, a Fazenda Santa Vitória combina a história de uma propriedade centenária à vivências culturais valeparaibanas.

Em uma casa de 1850, a fazenda foi fundada em 1923, e há 30 anos passou por uma enorme restauração. Hotel-fazenda há apenas seis anos, a hospedaria centenária gosta de receber seus clientes como um amigo que chega em casa, respeitando seus horários e gostos. O check-in, check-out e horários das refeições são flexíveis.

A casa principal tem oito suítes, um anexo e duas casas na montanha, somando apenas 14 quartos e, no máximo, 30 hóspedes por vez. Lugar perfeito para passar o tempo com a família ou para uma fuga romântica, a fazenda é um lugar para se conectar com a natureza.

As paisagens impressionam: dentro da propriedade há, por exemplo, uma cachoeira com acesso exclusivo dos hóspedes. Plantações, pastos, florestas e um riacho formam a moldura ideal para um momento de aconchego, descanso e tranquilidade. 

Dentro da propriedade, duas casas da montanha têm dois quartos cada, com uma cozinha com forno à lenha – para quem quiser se aventurar na cozinha, ideal para um isolamento com vista para a Serra da Mantiqueira.

A fazenda tem foco na gastronomia local e desenvolvimento da região do Vale do Paraíba, e oferece uma verdadeira imersão na cozinha rural – com muito sabor e tradição. Entre as atividades, há passeios a cavalo, salão de jogos, piscina, sauna à lenha, bicicletas e quadra de tênis.

Fazenda Santa Vitória: Rodovia João Batista Melo Souza, km 5 – Queluz, SP / WhatsApp: (12) 99784-2568. 

Fazenda Catuçaba (SP)

fazenda catucaba
Fazenda Catuçaba conta com arquitetura elegante no Vale do Paraíba paulista / Divulgação

Uma antiga fazenda de café de 1850, com 700 hectares e com descendentes de quem a construiu, que ainda habitam e cuidam do local, oferece uma hospedagem onde a ordem é se desconectar do dia a dia na cidade grande e se conectar com o simples e natural. 

Na Fazenda Catuçaba, em São Luiz do Paraitinga, também no Vale do Paraíba de São Paulo, os quartos também não possuem televisão, telefone, frigobar ou internet, e a arquitetura elegante e integrada à natureza têm como principais elementos madeiras antigas, telhas do século passado e matéria-prima de demolição. 

Ao redor do casarão são apenas três vilas que abrigam sete quartos, que recebem até três pessoas, e duas suítes com lareira e banheira de pedra preta.

Já para famílias com crianças pequenas a Casa da Cachoeira é a ideal, com dois quartos e um banheiro, ao lado de uma incrível cachoeira, oferece muita privacidade. A Casa do Lago é uma das mais concorridas, uma construção de 1840, distante das outras áreas da fazenda, oferece uma real imersão na natureza local. 

Nas refeições, alimentos orgânicos e frescos fazem parte do cardápio. Nada de industrializados, como refrigerantes e carnes que não são produzidas localmente – os hóspedes são convidados para experimentar frutos direto do pé, farinha de mandioca da fazenda e outras receitas típicas feitas com insumos vindo direto do “quintal”.

Fazenda Catuçaba: s/n, Bairro do Pinga – São Luís do Paraitinga, SP / WhatsApp: (12) 99163-5436. 

Fazenda São Luiz da Boa Sorte (RJ)

Suíte histórica de fazenda São Luiz da Boa Sorte / /Divulgação

A Fazenda São Luiz da Boa Sorte é fruto da união de duas importantes fazendas do Ciclo Áureo do Café, a São Luiz e a Boa Sorte. Com apenas 21 suítes, a imponente construção restaurada do século 19, oferece nos cômodos móveis de decoração de época, o que torna a experiência ainda mais especial. 

Localizada na cidade de Vassouras, a região foi a maior produtora de café do país até o fim do século 19, o que atraiu a Corte e fez o Vale ostentar lindas fazendas construídas e mantidas por escravizados.

Por isso, um importante Museu do Café foi construído na fazenda, para que a história dos escravizados na época dos Barões do Café fique preservada, assim como a importância para a história e construção do Brasil. 

Para garantir a diversão de toda a família, a fazenda oferece uma prainha de água doce, com stand up paddle, pedalinhos, boias e caiaque.

Além de piscina aberta climatizada e uma aconchegante piscina térmica para dias mais frios, trilhas, cavalgadas e quadra de futebol. Para os pequenos a diversão é garantida com recreação e atividades o dia inteiro. 

Fazenda São Luiz da Boa Sorte: BR 393 – Rodovia Lúcio Meira – KM 210, Vassouras, Rio de Janeiro / Tel.: (21) 99991-1243. 


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quinta-feira, 30 de março de 2023

30ª edição da São Paulo Restaurant Week começa hoje com 180 restaurantes participantes

A 30ª edição da São Paulo Restaurant Week começa oficialmente nesta quinta-feira (30) e segue por todo o mês de abril.

A edição atual do festival conta com 180 restaurantes que, além da capital paulista, se espalham pela região metropolitana, incluindo endereços no ABCD paulista, Granja Viana e Alphaville.

As casas participantes oferecem menus de três etapas (entrada, prato principal e sobremesa) a preços atrativos, em que partem de R$ 54,90 e podem chegar a R$ 149.

De restaurantes italianos aos japoneses e do mediterrâneo ao contemporâneo, as casas são divididas em quatro categorias, que oferecem menus a diferentes preços no almoço e no jantar.

São as categorias:

  • Tradicional: R$ 54,90 o almoço; R$ 69,90 o jantar
  • Plus: R$ 68,90 o almoço; R$ 78,90 o jantar
  • Premium: R$ 89 o almoço; R$ 109 o jantar
  • Diamond: R$ 109 o almoço; R$ 149 o jantar

Entre os restaurantes participantes estão casas como Dasian, Rubaiyat (unidade Faria Lima), Templo da Carne, Forneria San Paolo, Gula Gula (Jardins e Vila Nova Conceição); Terraço Jardins, Condimento Café, Varanda D.inner e Uru Mar Y Parrilla, para citar alguns.

Todas as casas participantes, assim como os menus especiais, podem ser conferidos no site oficial do evento.

A edição atual tem como inspiração as raízes da cozinha brasileira e a expectativa é que o evento gere um faturamento de cerca R$ 50 milhões às casas participantes.

Vale frisar que será estimulada a doação de R$ 2 reais para o Projeto Chef Aprendiz a cada menu vendido. O projeto aposta na gastronomia como uma ferramenta para capacitar jovens entre 17 e 20 anos em situação de vulnerabilidade social.

Festival de hambúrgueres

Lanche da rede Jhonny Rockets; unidade da Vila Madalena participa do Burger Gourmet / Divulgação

Parte da agenda da Restaurant Week, a 6ª edição da Burger Gourmet também ocorre durante o mês de abril e conta com cerca de 40 hamburguerias com cardápios especiais.

O menu inclui hambúrguer e acompanhamento por um preço fixo de R$ 39,90.

As hamburguerias participantes e os cardápios também podem ser conferidos no site do evento.

30ª São Paulo Restaurant Week e 6ª Burger Gourmet
De 30 de março a 30 de abril
Menus entre R$ 54,90 e R$149 na Restaurant Week; R$ 39,90 para o Burger Gourmet
Mais informações de restaurantes e novidades pelas redes sociais e pelo site.


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St. Gallen, na Suíça, é destino ideal para um bate e volta a partir de Zurique

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